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Vereadora cobrou administração municipal de SP sobre prevenção 4 meses antes de temporal

A gestão Nunes não detalhou ações

Por Metrópoles 16 de outubro de 2026 às 20:00
Via Metrópoles
Vereadora cobrou administração municipal de SP sobre prevenção 4 meses antes de temporal
Foto: Foto: Metrópoles
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Redes Sociais/Reprodução São Paulo — A vereadora Marina Bragante (PSB) , eleita deputada estadual, questionou medidas de prevenção e mitigação em São Paulo aos impactos do fenômeno climático El Niño , quatro meses antes das fortes chuvas que atingiram a cidade nesta semana.

Chuvas causam estrago no entorno do Parque Ibirapuera

Em meio ao temporal que atingiu a capital paulista nessa quarta-feira (14/10), uma mulher morreu soterrada . Além disso, foram registrados congestionamentos, desabamentos, motoristas ilhados, caos em estações de metrô, fechamento parcial do Aeroporto de Congonhas e alagamento do Túnel do Anhangabaú.

“Se o sistema de drenagem não foi capaz de impedir o alagamento de um túnel no centro de São Paulo, mesmo com as bombas funcionando, quais medidas a prefeitura está adotando para proteger a população diante da possibilidade de chuvas ainda mais intensas?”, questionou a vereadora, após o episódio recente. “Precisamos saber se São Paulo está realmente se preparando para os eventos climáticos extremos ou se continuará apenas reagindo às emergências”, destacou Bragante.

Protocolado em 16 de junho, o requerimento encaminhado por Bragante solicitou esclarecimentos sobre a existência de um plano de contingência, assim como mecanismos de integração com órgãos estaduais e federais e as ações destinadas à proteção de pessoas vulneráveis.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP Em resposta à vereadora, no entanto, a gestão de Ricardo Nunes (MDB) não detalhou ações tomadas. “A Prefeitura de São Paulo se prepara anualmente para o período de chuvas, independente se há projeções de fenômenos climáticos”, disse a Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas ao citar o Plano de Prevenção às Chuvas (PPC).

A administração municipal também informou que havia intervenções em 109 áreas de risco cadastradas pela Defesa Civil, mas também não especificou o estágio de execução das medidas de proteção. “Nesses locais, as equipes realizam o monitoramento permanente com vistorias técnicas e ações junto às comunidades e coordenam o atendimento a ocorrências e apoio à população em situações de emergência”, afirmou a prefeitura.

A resposta oficial também não esclareceu de que forma o município articula suas medidas preventivas com as estratégias estaduais e federais de enfrentamento aos eventos climáticos extremos. Embora tenha informado que o Plano de Prevenção às Chuvas reúne 13 órgãos municipais, a gestão não detalhou os mecanismos de cooperação externa solicitados pela parlamentar.

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