home office também exige atenção à saúde do trabalhador — NR-1 em vigor
Entre as mudanças está a necessidade de considerar também fatores psicossociais, além das condições físicas em que as atividades são realizadas — inclusive quan

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Consulte formatos e valores disponíveisDesde maio de 2026, empresas brasileiras estão sujeitas à fiscalização da nova redação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que amplia as exigências relacionadas ao gerenciamento dos riscos ocupacionais.
Entre as mudanças está a necessidade de considerar também fatores psicossociais, além das condições físicas em que as atividades são realizadas — inclusive quando o trabalho acontece em casa.
A atualização passou a ter caráter punitivo após um período de um ano de orientação e adaptação, sem novo adiamento, conforme informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Na prática, a saúde do trabalhador passa a exigir mais do que ações pontuais: empresas precisam identificar riscos, definir medidas preventivas, registrar as ações e acompanhar seus resultados por meio do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Nos primeiros 90 dias dessa nova fase, vale o critério de dupla visita. Na primeira fiscalização, o auditor orienta a empresa sobre eventuais irregularidades. Na segunda, caso os problemas não tenham sido solucionados, pode ocorrer autuação.
Para empresas que adotaram o trabalho híbrido ou remoto, a mudança traz uma questão adicional: como garantir condições adequadas para quem exerce suas atividades fora do escritório?
A orientação do Ministério do Trabalho e Emprego inclui o trabalho remoto, híbrido e o teletrabalho na gestão dos riscos ocupacionais. Isso significa que as condições do local utilizado pelo funcionário em casa podem fazer parte da avaliação realizada pela empresa.
O objetivo não é transformar a residência em uma extensão física do escritório, mas considerar os riscos relacionados ao ambiente onde o trabalho efetivamente acontece. Para áreas como Recursos Humanos, segurança do trabalho e facilities, isso exige novas formas de orientar e acompanhar as condições das estações remotas.
Nesse contexto, entram questões como organização do espaço, posicionamento dos equipamentos, cadeira, monitor, pausas e condições do mobiliário.
O trabalhador remoto pode passar várias horas na mesma posição, muitas vezes utilizando uma mesa que não foi feita para aquela atividade. Uma superfície muito alta ou muito baixa pode dificultar a postura adequada e gerar desconforto ao longo da jornada.
Conforto e adaptação fazem diferença na rotina
A ergonomia parte de um princípio simples: a estação de trabalho deve ser adaptada às características do trabalhador, e não o contrário.
Na prática, isso envolve manter os ombros relaxados, os cotovelos próximos de 90 graus e os antebraços em uma posição confortável em relação à superfície da mesa. A altura ideal, porém, varia de acordo com a estatura e as proporções corporais de cada pessoa.
É por isso que uma mesa com altura fixa pode não oferecer a mesma experiência para usuários diferentes. Uma superfície adequada para uma pessoa pode ficar alta demais para outra, levando à elevação dos ombros, ou baixa demais, favorecendo a inclinação do tronco.
O problema pode ser ainda maior em casas onde duas pessoas compartilham o mesmo espaço de trabalho ou quando uma estação é utilizada por diferentes integrantes de uma empresa.
Nesse cenário, uma mesa que permite alterar a altura pode facilitar a adaptação da estação. O usuário consegue ajustar a superfície de acordo com sua estatura e com a posição em que pretende trabalhar.
Para quem busca adaptar o local de trabalho, a Slikdesk oferece modelos de mesas com regulagem de altura que permitem configurar a estação de acordo com diferentes necessidades. Conheça as opções disponíveis clicando aqui.
Apesar da relação com ergonomia, é importante fazer uma distinção: a Norma Regulamentadora nº 1 não determina que as empresas comprem mesas com regulagem de altura.
Também não existe um modelo específico de mesa ou cadeira que, sozinho, garanta conformidade com a norma. A adequação depende de uma avaliação mais ampla dos riscos ocupacionais e das medidas adotadas pela empresa.
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1, porém, aproxima a gestão dos riscos das questões de ergonomia já previstas na Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), que trata da adaptação das condições de trabalho às características dos trabalhadores.
Por isso, a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) pode ajudar a identificar e registrar condições relacionadas às estações de trabalho. A partir dessa análise, a empresa pode definir quais mudanças são necessárias para reduzir os riscos.
Uma mesa com regulagem de altura pode ser uma dessas medidas, especialmente quando a avaliação aponta a necessidade de adaptar a superfície de trabalho a diferentes usuários ou permitir alternância de postura.
A pressão regulatória já se reflete na demanda por infraestrutura de trabalho adequada. Fabricantes de mobiliário ergonômico relatam procura crescente de empresas interessadas em equipar estações de trabalho reguláveis — tanto nos escritórios quanto nos endereços dos funcionários em regime híbrido.
“Desde o fim do período orientativo, cresceu o número de empresas nos procurando para equipar estações de trabalho completas, inclusive para funcionários em home office. A ergonomia saiu da lista de benefícios e entrou na lista de obrigações”, afirma Thiago Marcos Nahas, da Slikdesk.
Especialistas em ergonomia recomendam que a revisão das estações considere itens como cadeira ajustável, apoio para os pés, altura do monitor e mesas que permitam alternar entre as posições sentada e em pé ao longo da jornada.
Na prática, alguns pontos podem orientar a revisão das condições de trabalho:
manter o inventário de riscos atualizado no Programa de Gerenciamento de Riscos, incluindo fatores psicossociais; estabelecer planos de ação com medidas, prazos e responsáveis; avaliar as estações de trabalho presenciais e remotas; documentar a Avaliação Ergonômica Preliminar, quando aplicável; orientar os trabalhadores sobre organização da estação, postura e alternância de posições; acompanhar continuamente a eficácia das medidas adotadas.
A Slikdesk é uma marca catarinense especializada em mesas com regulagem de altura elétricas e manuais, acessórios ergonômicos, cadeiras de escritório e soluções para home office e ambientes corporativos.
Com showroom em Florianópolis (SC), a empresa oferece até quatro anos de garantia e atendimento especializado para auxiliar na escolha das soluções de acordo com cada espaço e necessidade.
Com a nova fase da Norma Regulamentadora nº 1, a discussão sobre saúde no trabalho ganha uma dimensão que vai além do ambiente corporativo tradicional. Para quem trabalha de casa, a estação também precisa ser considerada.
Diante disso, conforto e possibilidade de adaptação ganham importância. Mesas que permitem ajustar a altura e alternar entre posições sentada e em pé não substituem uma avaliação ergonômica nem garantem, sozinhas, o cumprimento da norma. Mas podem fazer parte de uma estação pensada para se adaptar ao trabalhador, em vez de exigir que ele passe a jornada se adaptando ao mobiliário.
Confira todas as opções de mesas elétricas e equipamentos da Slikdesk que facilitam a rotina de trabalho clicando aqui.
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