Entenda: Pesquisa que mais acertou no 1º turno mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula, 48% dos votos válidos
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Consulte formatos e valores disponíveisPesquisa que mais acertou no 1º turno mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula, 48% dos votos válidos Com uma diferença acima da margem de erro, Flávio lidera, mas Lula cresceu três pontos percentuais desde último levantamento do instituto Gerp Eleições 2026: Flávio domina a liderança na corrida presidencial de 2026 (Ricardo Stuckert/PR/Agência Senado/Montagem/Flickr)
Publicado em 16 de outubro de 2026 às 18h00 .
Priorizar nos meus resultados Google O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera com 52% dos votos válidos no segundo turno contra 48% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo uma pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta sexta-feira, 16.
Na contagem dos votos válidos, que exclui brancos e nulos da contagem, a diferença de quatro pontos percentuais configura uma vantagem fora da margem de erro , estipulada em dois pontos para mais ou para menos.
A última rodada da Gerp, divulgada na terça-feira, 13, mostrava o parlamentar com 55% dos votos válidos e o petista, com 45%.
Nos votos totais, Flávio registrou 50% das intenções de voto ante 45% de Lula — 3% disseram não saber e 2% assinalaram nenhum dos dois candidatos.
Além da intenção direta de voto, a pesquisa mediu a percepção sobre o desfecho do pleito. Questionados sobre quem vai ganhar a eleição, independentemente do próprio voto, 57% apontam Flávio Bolsonaro, enquanto 36% acreditam na vitória de Lula.
No índice de rejeição estimulada, o cenário é de empate técnico entre os adversários. O levantamento aponta que Lula é rejeitado por 49%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 46% de menções negativas absolutas.
O eleitorado que não votaria em nenhum deles ou votaria em qualquer um representa 2%, e cerca de 3% não souberam responder.
O desempenho do governo federal também mostra uma polarização evidente e um cenário de estabilidade estatística.
A gestão petista é desaprovada por 48% dos entrevistados, ao passo que 46% aprovam a atual administração. Aqueles que não souberam ou não responderam representam 6% da amostra consultada.
A avaliação da administração federal e os índices de rejeição são indicadores importantes para acompanhar a disputa. Em outros levantamentos do instituto, a EXAME também analisou a rejeição dos candidatos e a avaliação do governo na pesquisa Gerp divulgada em setembro .
As estratificações de renda e sexo detalham as fortalezas de cada candidato nesta simulação. O candidato do PL tem 61% entre eleitores que ganham de dois a cinco salários mínimos. Já o atual presidente lidera com 66% de apoio na faixa populacional com renda de até um salário mínimo.
O eleitorado feminino é o principal alicerce do petista, grupo demográfico onde Lula anota 52% das intenções . Por outro lado, Flávio Bolsonaro atinge 58% entre o eleitorado masculino.
Regionalmente, o senador vence no Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste, enquanto o petista apresenta vantagem significativa apenas na região Nordeste.
A diferença entre os resultados por sexo, renda e região ajuda a explicar como as candidaturas distribuem seu apoio pelo país.
A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores entre 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevista telefônica assistida por computador (GerpCati).
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no TSE sob o protocolo BR-05187/2026.
Ao assinar simbolicamente a promulgação nesta sexta-feira, 16, Lula classificou a medida como "importante, necessária e justa"
Avaliação positiva do governo federal soma 37,8%. A avaliação negativa totaliza 39,5%
Na publicação anterior do instituto, da terça-feira, 13, Flávio aparecia com 51,8% dos votos válidos. Lula tinha 48,2%. O senador caiu 1 ponto e o presidente cresceu na mesma medida
Aprovação da proposta no Senado ocorre a menos de duas semanas do segundo turno; para Creomar de Souza, repercussão da medida entre os eleitores será uma das questões centrais da reta final da campanha
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