Fique por dentro: Justiça nega prisão de homem que atropelou e matou tio de Boulos em SP
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Consulte formatos e valores disponíveisReprodução São Paulo — A 3ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido feito pelo Ministério Público do Estado (MPSP) de prisão preventiva contra Amilton Jusselino, homem que atropelou e matou Carlos Boulos, tio de Guilherme Boulos (PSol), ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República no governo Lula (PT).
O juiz Daniel de Medeiros Silva Corró considerou que a aplicação de medidas cautelares são suficientes para andamento da instrução criminal, não havendo necessidade de prisão preventiva.
Como cautelar, o magistrado determinou que o investigado compareça mensalmente em Juízo, para comprovar seu endereço e justificar suas atividades, que não altere seu endereço sem prévia e expressa autorização judicial, e que não se ausente do domicílio por mais de oito dias, sem prévia e expressa autorização judicial. Corró a suspensão da habilitação de motorista de Jusselino.
Amilton Jusselino foi indiciado por homicídio doloso qualificado, por motivo fútil, após atropelar o cirurgião dentista, de 80 anos, em 3 de outubro, na Avenida 23 de Maio, região central de São Paulo. Momentos antes, os dois haviam se desentendido após uma batida no trânsito. O motorista fugiu após o atropelamento, mas foi identificado graças às placas veiculares.
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