Justiça descarta última ação eleitoral contra Jussara Caçapava e Mano do Parque
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

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Consulte formatos e valores disponíveisAdicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google No entanto, a decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso, e o encerramento definitivo do processo depende do trânsito em julgado Gabriel Mattos outubro 18, 2026 9:37 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:
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A ação investigava suspeitas de abuso de poder político e econômico, uso da estrutura municipal para fins eleitorais, pressão sobre servidores, irregularidades em contratações públicas e compra de votos. Após analisar documentos e depoimentos de testemunhas, a magistrada concluiu que não havia provas suficientes para comprovar as acusações e justificar a cassação dos mandatos. A sentença acompanhou o parecer do Ministério Público Eleitoral, que também havia se manifestado pela rejeição dos pedidos.
Com o julgamento, chega ao fim a etapa de análise das AIJEs apresentadas contra a chapa eleita na eleição suplementar de 12 de abril. Jussara e Mano do Parque já haviam obtido decisões favoráveis em outros processos, incluindo julgamentos no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), em agosto, e na Justiça Eleitoral de Cachoeirinha, no início de outubro.
A nova sentença mantém os diplomas da prefeita e do vice-prefeito, preservando os mandatos de ambos. No entanto, a decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso, e o encerramento definitivo do processo depende do trânsito em julgado.
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