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Em destaque: Novo Call of Duty causa turbulência política ao retratar invasão norte-coreana à Coreia do Sul

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 27 de outubro de 2026 às 19:10
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Em destaque: Novo Call of Duty causa turbulência política ao retratar invasão norte-coreana à Coreia do Sul
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Novo Call of Duty causa turbulência política ao retratar invasão norte-coreana à Coreia do Sul Por Redação 27 de Outubro de 2026 às 15:32 Call of Duty 4: Modern Warfare | Reprodução O lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 4, em outubro de 2026, ultrapassou o universo dos videogames e provocou um debate político na Coreia do Sul. O jogo simula uma invasão em larga escala promovida pela Coreia do Norte, com combates nas ruas de Seul e a morte fictícia do líder norte-coreano.

Desenvolvido pelo estúdio americano Infinity Ward, o título levou parlamentares sul-coreanos a discutir os limites da liberdade de expressão nos jogos eletrônicos e a relação entre a ficção e as tensões militares na península coreana.

Durante uma auditoria no Parlamento, o ministro da Cultura da Coreia do Sul, Choi Hwi-young, defendeu o lançamento e afirmou que os videogames são formas de expressão criativa protegidas pela Constituição. Segundo ele, o governo não deve impor censura prévia a esse tipo de produção.

Já políticos conservadores e da oposição aproveitaram o enredo para criticar a postura diplomática do presidente Lee Jae Myung, que defende a retomada do diálogo com a Coreia do Norte. Parlamentares como Han Dong-hoon e Ahn Cheol-soo chegaram a sugerir ironicamente que o presidente jogasse o título, questionando a preparação militar do país.

Por outro lado, aliados do governo, como o deputado Kim Han-kyu, argumentaram que simulações de conflitos são compreensíveis em um país que ainda vive tecnicamente sob um armistício com o Norte. Para esse grupo, o jogo não deve sofrer restrições, a menos que viole a legislação.

#Política
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