Região: Assessor de Putin cita preparativos para cúpula com Trump e Xi na China
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Consulte formatos e valores disponíveisAndrew Harnik e Thomas Peter-Pool via Getty Images O governo da Rússia citou, nesta quarta-feira (21/10), os preparativos para uma reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, que poderá ocorrer em novembro , durante a cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), em Shenzhen, na China.
A possibilidade foi discutida durante o encontro entre Putin e o enviado especial do governo norte-americano, Steve Witkoff, segundo o assessor presidencial russo Yuri Ushakov. De acordo com ele, nenhuma das três capitais rejeitou a ideia de uma reunião entre os líderes.
“A questão que tem gerado tanta atenção em todo o mundo — o potencial primeiro encontro entre os líderes da Rússia, China e Estados Unidos na próxima cúpula da APEC em Shenzhen, na China, em novembro — foi, naturalmente, levantada hoje”, afirmou Ushakov.
O assessor acrescentou que o governo chinês, anfitrião do evento, já se prepara para a possibilidade de incluir a reunião na programação oficial, caso as circunstâncias permitam.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles “Nossos amigos chineses, anfitriões da cúpula da APEC, irão, ou melhor, já estão se preparando para isso e, se as circunstâncias forem favoráveis, certamente incluirão esse encontro na programação de eventos em Shenzhen”, declarou.
Apesar da sinalização de Moscou, ainda não há confirmação de que a cúpula trilateral será realizada, nem definição sobre os temas que seriam discutidos pelos três presidentes.
Na segunda-feira (19/10), Trump afirmou estar disposto a participar de uma reunião com Putin e Xi. Segundo o presidente norte-americano, o encontro teria como foco o desarmamento nuclear, e não necessariamente, as negociações para encerrar a guerra na Ucrânia.
“Faríamos isso para falar sobre armas nucleares e desnuclearização”, disse.
O republicano defende um acordo com Moscou e Pequim para reduzir os arsenais nucleares das três potências. Na última semana, Trump também afirmou que os Estados Unidos mantêm conversas com os dois países sobre a possibilidade de desnuclearização.
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