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Fachin devolve apuração sobre o INSS para Mendonça, mas mantém sob sua responsabilidade caso Master

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 00:34
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Fachin devolve apuração sobre o INSS para Mendonça, mas mantém sob sua responsabilidade caso Master
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Fachin devolve investigação sobre o INSS para Mendonça, mas mantém sob sua responsabilidade caso Master As apurações haviam sido remetidas à presidência do STF em setembro

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O ministro determinou ainda que os procedimentos da Operação Compliance Zero, sobre o Banco Master, permanecerão, em caráter excepcional e provisório, sob a gestão da presidência do Tribunal.

As apurações haviam sido remetidas à presidência do STF em setembro, após a identificação de citações a autoridades com prerrogativa de foro e o envio de representação pelo ministro Alexandre de Moraes. A representação apontava supostos indícios de irregularidades no exercício da relatoria de ambas as operações.

No entanto, ao analisar a manifestação da Procuradoria-Geral da República, a presidência registrou que o órgão não identificou elementos que caracterizem crime de abuso de autoridade. Diante disso, Fachin diferenciou o tratamento a ser dado a cada uma das operações.

Em relação às apurações sobre o INSS, o presidente concluiu pela ausência de menção ou indício concreto envolvendo autoridades com foro por prerrogativa de função que justificassem a retenção dos autos. Essa situação, para Fachin, recomenda que o processo seja devolvido ao ministro André Mendonça para o regular prosseguimento do caso.

No caso das investigações sobre o Banco Master, por envolver relatórios policiais que citam autoridade sujeita à jurisdição do STF, o procedimento continuará sob a guarda da presidência. A permanência é temporária e restrita a decisões urgentes, como a análise periódica de prisões cautelares.

A manutenção da Operação Compliance Zero com a presidência do STF é limitada ao prazo máximo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro, ou até que ocorra um dos seguintes eventos: a conclusão do julgamento, pelo plenário do STF; o término do prazo regimental do pedido de vista do ministro Flávio Dino; ou a entrega do relatório detalhado solicitado à Polícia Federal sobre as menções a ministros do STF em investigações ligadas ao Banco Master.

A permanência com a presidência será reavaliada após a ocorrência de uma dessas situações.

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