Entenda: Assembleia Legislativa de MS condena episódios de violência política na Capital
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Consulte formatos e valores disponíveisA Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul ( ALEMS ) repudiou atos de violência registrados durante manifestações políticas em Campo Grande. O tema foi debatido pelos deputados estaduais Pedro Kemp, Gleice Jane e Zeca do PT, além do presidente da Casa, Gerson Claro, durante sessão realizada nesta quarta-feira (21).
Durante o debate, os parlamentares relataram episódios envolvendo agressões contra uma professora e um conflito durante um protesto estudantil na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul ( UEMS ). O presidente da Assembleia afirmou que a Casa repudia a violência independentemente do posicionamento político dos envolvidos.
O deputado Pedro Kemp relatou ter presenciado agressões verbais e físicas contra a professora Pâmela Karine Soares Lima durante uma ação de campanha eleitoral em apoio ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, em Campo Grande. Segundo o parlamentar, a docente teria sido derrubada e alvo de ofensas racistas por jovens que faziam campanha para outro candidato. Kemp apresentou uma moção de apoio à professora e afirmou que ela foi orientada a registrar boletim de ocorrência para que os fatos sejam investigados.
Na sequência, a deputada Gleice Jane abordou um episódio ocorrido na noite de terça-feira (20), durante uma manifestação antifascista na UEMS. De acordo com a parlamentar, o vereador André Salineiro teria retirado uma faixa com a inscrição “UEMS sem fascismo”. Gleice afirmou que pretende apresentar uma representação ao Ministério Público para que a conduta seja analisada.
O deputado Zeca do PT também demonstrou preocupação com publicações nas redes sociais relacionadas às manifestações políticas e à disputa eleitoral.
Ao encerrar o debate, Gerson Claro destacou que manifestações e publicações de grupos políticos distintos precisam respeitar os princípios democráticos. O presidente da ALEMS afirmou que atos de violência e hostilidade prejudicam o diálogo e a participação política, independentemente do lado envolvido.
As ocorrências relatadas pelos parlamentares poderão ser apuradas pelas autoridades competentes, responsáveis por verificar os fatos e eventuais responsabilidades.
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