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Em destaque: Conselho da Meta aponta falhas em regras eleitorais

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 21 de outubro de 2026 às 02:04
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Em destaque: Conselho da Meta aponta falhas em regras eleitorais
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Órgão independente cita bloqueio em contas de Lula e cobra transparência

O Conselho de Supervisão da Meta , órgão independente, afirmou nesta terça-feira (20) que há falhas frequentes na aplicação das normas eleitorais da plataforma . A entidade cobrou mais clareza, coerência e transparência da empresa na moderação de conteúdos políticos.

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O posicionamento ocorre no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa denúncias de tratamento desigual entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República em 2026.

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Siga no Google Discover Em comunicado, o Conselho destacou que restrições técnicas atingiram indevidamente contas de anúncios do presidente Lula e perfis de ativistas nos Estados Unidos.

+ Nikolas diz que foi censurado, mas Meta cita direito autoral

De acordo com o conselho, os sistemas da Meta aplicaram de forma exagerada as chamadas regras antifraude contra as páginas de campanha de Lula. Trata-se de travas automáticas do sistema para barrar conteúdos suspeitos, mas que, segundo a avaliação do órgão, deveriam ter sido enviadas imediatamente para análise manual de especialistas humanos.

O documento também citou a suspensão irregular da conta do grupo ativista No Kings, nos Estados Unidos. Segundo o conselho, o erro deveria ter sido identificado pelos próprios filtros de prevenção da empresa.

+ TSE divulga novo número de seções eleitorais alteradas

A atuação da Meta virou alvo de contestação jurídica após a equipe de campanha de Lula acusar a dona do WhatsApp e do Instagram de prejudicar o alcance de suas postagens e de travar a criação de artes pela ferramenta de inteligência artificial Meta AI.

A representação sustenta que houve uma "seletividade algorítmica" , ou seja, que a programação dos aplicativos teria beneficiado publicações favoráveis a Flávio Bolsonaro.

A denúncia foi acolhida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , que determinou um prazo de 24 horas para que a Meta comprove a adoção de medidas práticas que garantam a igualdade na entrega de conteúdos e propagandas eleitorais durante o segundo turno.

Em manifestação formal enviada ao TSE na segunda-feira (19), a Meta rebateu as acusações. A companhia negou qualquer tipo de interferência no processo eleitoral brasileiro e sustentou que não oferece tratamento privilegiado ou desigual a nenhum dos candidatos envolvidos na disputa presidencial.

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