Região: Supermercado é o que mais pesa no bolso dos brasileiros, aponta pesquisa
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisA conta do supermercado é a que mais aperta o orçamento das famílias brasileiras. Quase seis em cada dez (59%) pessoas dizem que os gastos com alimentação estão entre as despesas mais pesadas para dos entrevistados, segundo um levantamento da Serasa ,em parceria com o Instituto Opinion Box.
Ministro antecipou medidas do governo, se reeleito, para conter o impacto com o crescente preço dos combustíveis
O mercado potencial poderia crescer a uma taxa anual de 15% até 2035
O aperto tem época certa para chegar. Para 41% dos consumidores, a terceira e a quarta semanas são os períodos mais difíceis para equilibrar as finanças, enquanto 13% dizem enfrentar dificuldade durante todo o mês. Além disso, 28% precisam fazer cortes, adiar pagamentos ou lidar com contas que não conseguem quitar dentro do próprio mês.
— Fazer o dinheiro durar até o fim do mês exige olhar tanto para o valor das despesas quanto para as datas em que precisam ser pagas — explica Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. — Mas os dados também mostram que o desafio vai além da organização: quando os gastos essenciais consomem grande parte da renda, a margem para ajustes fica menor.
Depois da alimentação, os itens mais citados pelos entrevistados são moradia, aluguel ou financiamento (40%) e as contas da casa (32%).
A pesquisa ouviu 1.008 pessoas, por meio de entrevistas on-line em todo o país, entre 29 de setembro e 5 de outubro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.
Quando percebem que o salário pode não chegar ao fim do mês, 29% reduzem gastos não essenciais e 22% correm atrás de dinheiro extra. A rotina também muda: 36% deixaram de sair de casa para economizar e 21% aceitaram trabalhos ou bicos que normalmente não fariam.
O cartão de crédito foi o principal socorro usado nos últimos 12 meses para cobrir despesas na falta de dinheiro, citado por 28% dos participantes. Por outro lado, 25% dos entrevistados disseram que a fatura é o compromisso financeira que ficar sem pagamento quando falta dinheiro.
— O limite do cartão não deve ser tratado como uma extensão da renda. Antes de utilizá-lo para cobrir uma despesa, é importante verificar como a fatura será paga e quanto das próximas receitas já está comprometido com parcelas. Caso contrário, a solução para um mês pode aumentar a dificuldade no seguinte — alerta Aline.
A maioria (75%) afirma planejar os gastos com frequência antes do início do mês. Para isso, 46% usam caderno e anotações. Outros 21% recorrem a planilhas. Segundo a pesquisa, porém, o hábito não elimina o sufoco diante do peso das despesas essenciais, dos imprevistos e da renda disponível.
Acompanhar as contas semana a semana pode ajudar a identificar a necessidade de ajustes antes que o dinheiro acabe.
— O planejamento precisa continuar ao longo do mês. Registrar os gastos, acompanhar o saldo disponível e revisar as próximas contas ajuda a perceber o aperto antes das semanas finais. A ferramenta pode ser um caderno, uma planilha ou um aplicativo: o importante é manter as informações atualizadas para orientar as decisões — recomenda a especialista.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Dólar encerra abaixo de R$ 5 e recua 1,58% na semana
O petróleo avançou mais de 3%, atingindo o maior patamar desde abril, com o agravamento das tensões no Oriente Médio.
60% acreditam que economia do país vai melhorar nos próximos 6 meses, e 66% afirmam que sua situação também será melhor — Datafolha
Nos próximos meses, a situação econômica do país: Vai melhorar: 60% (eram 36% em junho) Vai ficar como está: 19% (eram 32%) Vai piorar: 12% (eram 26%) A expecta
Chance de vitória de Flávio Bolsonaro diminui de 70% para 60% a dois dias do 2º turno, diz Eurasia
A consultoria atribui a queda a uma campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que ganhou força nos últimos dias


