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Região: Meta diz ao TSE que não encontrou irregularidades no canal 'Exército do Lula' no WhatsApp

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 23:40
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Região: Meta diz ao TSE que não encontrou irregularidades no canal 'Exército do Lula' no WhatsApp
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Meta diz ao TSE que não encontrou irregularidades no canal 'Exército do Lula' no WhatsApp Empresa afirma que mobilização política lícita não viola as regras do aplicativo e pede cinco dias para concluir a análise das provas Mateus Omena Repórter

Publicado em 23 de outubro de 2026 às 20h27 .

Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Eleições 2026 Saiba mais A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou violações das regras do WhatsApp no canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado André Janones (Rede-MG) .

Em manifestação ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, a empresa também afirmou não ter encontrado ação coordenada irregular nas publicações do parlamentar no Instagram.

Segundo a companhia, os canais do WhatsApp estão sujeitos a regras diferentes das aplicadas ao Instagram e ao Facebook. Os termos do aplicativo de mensagens proíbem o uso do serviço para coordenar danos, divulgar falsidades ou deturpações, assumir a identidade de terceiros e enviar comunicações não permitidas, como mensagens em massa ou automáticas.

A Meta argumentou que a proibição de atuação coordenada no WhatsApp se refere a atividades violentas ou criminosas. A mobilização política lícita, de acordo com a empresa, não se enquadra nessa restrição.

Na manifestação, a companhia sustentou que suas políticas não proíbem a mobilização de pessoas reais e identificadas, prática admitida pela regulamentação eleitoral. Também citou um despacho do processo segundo o qual “a mobilização de apoiadores é lícita e somente perde proteção quando empregada para fins ilícitos”.

A empresa afirmou ter encaminhado ao TSE um relatório técnico com a conclusão de que não houve violação das políticas da plataforma. Segundo a Meta , o documento descreve os mecanismos usados para identificar conteúdos que descumprem suas regras. Os dados do canal também foram preservados para eventuais verificações.

A análise dos documentos do processo, porém, ainda não foi concluída. A companhia informou que parte das provas foi entregue em um dispositivo de armazenamento USB, ao qual teve acesso apenas nesta sexta-feira. Por isso, pediu mais cinco dias para complementar a avaliação.

Antes, a estimativa era de 75%, depois de ter chegado a 80% em meados de outubro. A consultoria atribui a queda a uma campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que ganhou força nos últimos dias

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