Panorama: MPF monitora ‘grave crise humanitária’ vivida por povo indígena em Minas Gerais
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google O MPF abriu um procedimento, nesta semana, para monitorar ações ordenadas pela Justiça para combater a severa “crise humanitária” enfrentada pelo Povo Maxakali — autodenominado Tikmũ’ũn, que significa “nós” –, no Vale do Mucuri, interior de Minas Gerais.
A demanda judicial envolve a União, a Funai, o Estado de Minas Gerais e municípios de Bertópolis, Ladainha, Santa Helena de Minas e Teófilo Otoni num esforço para eliminar problemas como a “alta mortalidade infantil, racismo institucional e deficiências no saneamento e na saúde” do Povo Maxakali.
Segundo o órgão, após o deferimento parcial de medidas liminares, a Justiça reconheceu a natureza estrutural do litígio e exigiu o acompanhamento contínuo do cumprimento dessas determinações.
Como parte do processo, foram expedidos ofícios para viabilizar a realização de audiências diretamente nas aldeias indígenas, assegurando a participação das lideranças locais e o suporte logístico necessário.
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