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Panorama: Lula ultrapassa Flávio em popularidade digital após 1º turno

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Poder360 18 de outubro de 2026 às 14:21
Via Poder360
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Presidente subiu de 70,7 para 82,6 pontos, enquanto senador caiu para 76,4, segundo índice da Quaest

--> copiar link --> A mudança ocorreu apesar de Flávio ter terminado o 1º turno à frente de Lula nas urnas Ricardo Stuckert/PT PODER360 18.out.2026 (domingo) - 11h21 Priorize o Poder no Google O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou espaço nas redes sociais após o 1º turno das eleições de 2026 e superou o senador Flávio Bolsonaro (PL) no IPD (Índice de Popularidade Digital), calculado pela Quaest. De 4 a 15 de outubro, a pontuação do petista passou de 70,7 para 82,6. Já a do senador caiu de 80 para 76,4 pontos.

Os dados do índice foram divulgados pelo jornal Folha de S.Paulo no sábado (17.out.2026).

Felipe Nunes, diretor da Quaest, atribui parte da recuperação de Lula a mudanças na estratégia de comunicação da campanha. Entre as iniciativas estão a atuação da deputada eleita Ana Elisa (PT-MG), com vídeos legendados, verticais e gravados no estilo selfie, e a mobilização organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no canal “ Exército do Lula”, no WhatsApp.

A reação também coincidiu com acontecimentos que ampliaram a mobilização política fora do ambiente digital, como a aprovação do fim da escala de trabalho 6 X 1.

Na disputa pelo 2º turno, Flávio recebeu apoio de candidatos derrotados na 1ª etapa, como Ronaldo Caiado (PSD-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Augusto Cury (Avante-SP). O ex-presidente Michel Temer (MDB-SP) também declarou apoio ao senador.

Flávio ainda foi autorizado a visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar desde agosto de 2025. Mesmo com as manifestações de apoio, o senador registrou queda no índice digital durante o período analisado.

O levantamento considera 175 variáveis de plataformas digitais (Facebook, Instagram, X, TikTok, YouTube, Google e Wikipédia). A escala vai de 0 a 100 pontos.

A metodologia reúne indicadores de presença nas redes, fama (visibilidade e alcance do conteúdo), engajamento, mobilização, valência (relação entre reações positivas e negativas) e interesse, medido por acessos e volume recente de buscas. O cálculo também leva em conta a influência de robôs nas plataformas.

A evolução do IPD mostra qual candidato ganhou mais espaço e mobilização nas plataformas, mas não permite concluir que houve mudança equivalente na preferência do eleitorado. O indicador mede popularidade digital, não intenção de voto.

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