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Panorama: Globoplay aposta em esportes para ampliar audiência e fidelizar assinantes

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 26 de outubro de 2026 às 16:40
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Panorama: Globoplay aposta em esportes para ampliar audiência e fidelizar assinantes
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Globoplay aposta em esportes para ampliar audiência e fidelizar assinantes Com novos pacotes, plataforma amplia acesso a jogos e canais ao vivo desde o plano de entrada e reajusta preços das assinaturas ulia Rueff, diretora executiva de produtos digitais da Globo

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + O serviço de streaming Globoplay anunciou novos planos de assinatura, com mais de 2.500 jogos e eventos ao vivo por ano e mais de 20 canais desde o pacote de entrada. No plano anual, os preços são R$ 19,90 com anúncios, R$ 24,90 no Premium e R$ 39,90 no Premium + Premiere.

Anunciou uma reformulação nos pacotes de assinatura com foco em ampliar o acesso do público a conteúdos ao vivo e esportivos. Com a mudança, a plataforma passa a oferecer mais de 2.500 jogos e eventos ao vivo por ano e mais de 20 canais desde o plano de entrada. A iniciativa coloca os conteúdos, especialmente os esportivos, como principal ferramenta para atrair e reter assinantes, enquanto os pacotes passam a se diferenciar principalmente pelas funcionalidades de uso, como presença de anúncios, qualidade de imagem, número de telas simultâneas e possibilidade de baixar conteúdos.

A mudança também altera os preços. No plano anual, a assinatura com anúncios passa a custar R$ 19,90 por mês, ante R$ 16,90 anteriormente. O Premium sobe de R$ 22,90 para R$ 24,90 mensais. Já o pacote Premium + Premiere, que reúne o catálogo da plataforma e uma oferta ampliada de futebol nacional, passa a custar R$ 39,90 por mês.

Segundo Julia Rueff, diretora executiva de produtos digitais da Globo, a iniciativa ocorre em meio a uma boa fase do Globoplay. A plataforma registrou aumento de 31% na base de assinantes em 2026 e de 18% no consumo de conteúdo, chegando a 3,9 bilhões de horas consumidas no período, segundo os dados apresentados pela executiva.

"Queremos simplificar e melhorar a experiência do usuário ao igualar o conteúdo oferecido em todos os planos. A partir de agora, todo mundo passa a ter acesso a todos os conteúdos presentes no Globoplay."

Rueff explica que as decisões também partem de uma identificação sobre a satisfação dos assinantes. "Percebemos que quem tem acesso a todos os conteúdos tendem a apresentar níveis de satisfação e engajamento superiores aos que consomem apenas parte do conteúdo. E consumidores mais satisfeitos permanecem por muito mais tempo. Isso retroalimenta os negócios", analisa.

A inclusão de transmissões esportivas no plano de entrada faz parte da estratégia de fidelização do público ao Globoplay. Enquanto séries, filmes e novelas podem ser consumidos em diferentes ritmos, campeonatos e competições mantêm uma programação distribuída ao longo de semanas ou meses, gerando o acesso recorrente à plataforma.

A oferta reúne competições como Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores, além de Fórmula 1, NFL, vôlei, surfe, tênis e skate. Há, ainda a transmissão de eventos como a Copa do Mundo Feminina 2027, os Jogos Olímpicos 2028, além de campeonatos mundiais de modalidades olímpicas, conforme os direitos de transmissão da Globo.

O futebol nacional continua tendo uma opção específica para quem busca uma cobertura mais ampla. O pacote Premium + Premiere inclui nove dos dez jogos por rodada do Campeonato Brasileiro, além do restante do catálogo do Globoplay.

"As pessoas assinam para assistir a todo o campeonato. É claro que jogos decisivos têm uma importância muito grande em termos comerciais e de vendas, mas, de maneira geral, são pessoas apaixonadas por futebol que querem acompanhar todo o campeonato", diz Rueff.

A executiva destaca uma expectativa positiva da plataforma com a cobertura da Copa do Mundo Feminina de 2027 em diferentes plataformas do grupo, incluindo sportv, TV Globo e ge TV. Na entrevista, Rueff demonstrou expectativa de que a combinação entre a realização do torneio no Brasil e o crescimento do futebol feminino amplie o interesse do público.

“Não temos a menor dúvida de que a composição de futebol com o Brasil e o futebol brasileiro feminino ganhando cada vez mais espaço vai trazer muita mobilização, muita repercussão."

"Temos dois modelos de monetização muito fortes que, juntos, conseguem fazer com que a gente encontre saúde financeira”, afirma Rueff. Segundo a executiva, após atingir o break-even (ponto de equilíbrio financeiro) em 2025, o Globoplay já trabalha com lucro.

Informa ter cerca de 30 milhões de usuários mensais. Segundo a diretora, esses usuários consomem, em média, duas horas de conteúdo por dia, e 74% acessam o serviço pelo menos quatro vezes por semana.

“Estamos falando de crescimento consistente de base, de consumo e de rentabilidade, trazendo uma proposta de valor que funcione bem para o usuário em termos de preço também”, diz.

A empresa, no entanto, não divulga o resultado financeiro.

A mudança nos planos também amplia o potencial comercial do serviço. Ao incluir canais e eventos esportivos no pacote de entrada, a Globo aumenta a quantidade de assinantes que podem consumir esses conteúdos e, consequentemente, a audiência potencial disponível para os anunciantes.

Essa frente inclui novos formatos publicitários. Em outubro, o Globoplay lançou o Welcome Ads, que exibe anúncios na tela de acesso ou de escolha de perfil, antes de o usuário começar a assistir a um programa. O formato se soma a soluções como Pause Ads, exibido quando o vídeo é pausado, Binge Ads, associado ao consumo de episódios em sequência, e à inserção dinâmica de anúncios nos intervalos dos canais ao vivo.

Embora o esporte ganhe espaço na oferta de entrada, a estratégia da Globo também se apoia na produção nacional. Segundo a empresa, o alcance dos Originais Globoplay cresceu mais de 25% em 2026, com títulos como O Testamento, Jogada de Risco, Emergência 53, Os Outros, Arcanjo Renegado e Vermelho Sangue.

"Temos muitos acerto em nossa estratégia de conteúdo e acreditamos muito no portfólio de conteúdo Globo com originais de altíssimo impacto previstos para o ano que vem", diz. Entre os projetos para o próximo ano estão uma novela original Globoplay, novas séries e filmes, além de temporadas de franquias já estabelecidas. O portfólio também deve se beneficiar de atrações da TV Globo, como Avenida Brasil 2, e mais uma edição do Big Brother Brasil.

A executiva destaca ainda o desenvolvimento de conteúdos verticais, pensados para o consumo em dispositivos móveis e em períodos curtos do dia. A iniciativa busca ampliar as ocasiões em que o usuário acessa a plataforma, para além do consumo tradicional de séries, filmes e novelas diante da televisão.

"É sempre bom reforçar que, dentro de um ambiente tão competitivo como o mercado de streaming, conseguir ter uma performance tão positiva reforça que estamos no caminho certo. Em 2027, seguiremos nessa rota", finaliza.

No plano anual, o Globoplay com anúncios custa R$ 19,90 por mês, ante R$ 16,90. O Premium passou de R$ 22,90 para R$ 24,90 mensais, enquanto o Premium + Premiere custa R$ 39,90 por mês.

O plano de entrada oferece mais de 20 canais e acesso a mais de 2.500 jogos e eventos ao vivo por ano. Os pacotes passam a se diferenciar principalmente pela presença de anúncios, qualidade de imagem, número de telas simultâneas e possibilidade de downloads.

Reúne competições como Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores, Fórmula 1, NFL, vôlei, surfe, tênis e skate. A oferta também prevê a Copa do Mundo Feminina de 2027, os Jogos Olímpicos de 2028 e campeonatos mundiais de modalidades olímpicas, conforme os direitos de transmissão da Globo.

A inclusão de esportes busca aumentar a fidelidade e a frequência de acesso dos assinantes. Segundo Julia Rueff, diretora executiva de produtos digitais da Globo, usuários com acesso a todo o conteúdo apresentam níveis superiores de satisfação e engajamento e permanecem por mais tempo.

Registrou aumento de 31% na base de assinantes e de 18% no consumo de conteúdo em 2026, segundo dados apresentados por Julia Rueff. A plataforma alcançou 3,9 bilhões de horas consumidas no período.

Sim. Segundo Julia Rueff, o Globoplay atingiu o ponto de equilíbrio financeiro em 2025 e já opera com lucro, mas a empresa não divulga o resultado financeiro.

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