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Em destaque: Caiado, Zema e Renan Santos reagem à vitória de Lula; Cury não se manifesta

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 26 de outubro de 2026 às 17:45
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Em destaque: Caiado, Zema e Renan Santos reagem à vitória de Lula; Cury não se manifesta
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Caiado, Zema e Renan Santos reagem à vitória de Lula; Cury não se manifesta Ex-governador de Goiás disse que democratas devem respeitar a decisão da maioria; fundador do MBL atribuiu derrota de Flávio Bolsonaro à postura do bolsonarismo, enquanto Romeu Zema contestou o processo eleitora (Ricardo Stuckert/PR/Agência Senado/Montagem/Flickr)

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Lula foi reeleito presidente neste domingo, 25, com 64,14 milhões de votos, contra 59,77 milhões de Flávio Bolsonaro. Após o resultado, Ronaldo Caiado reconheceu a decisão das urnas e afirmou que os democratas devem respeitar a vontade da maioria. Renan Santos atribuiu a derrota de Flávio à postura da família Bolsonaro e do bolsonarismo, enquanto Romeu Zema contestou o processo eleitoral e comparou o resultado a um “golpe à la Venezuela”. Até a publicação desta matéria, Augusto Cury ainda não havia se manifestado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo, 25, para um quarto mandato, com 64,14 milhões de votos, contra 59,77 milhões de Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de 4,37 milhões de votos representa a maior vitória do PT em uma disputa presidencial, em números absolutos e em percentual, desde 2010.

O resultado provocou reações distintas entre adversários que disputaram o primeiro turno.

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que apoiou Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, reconheceu a decisão das urnas.

Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato pelo Missão, atribuiu a derrota de Flávio à postura do bolsonarismo e reconheceu a vitória eleitoral de Lula. O candidato não havia declarado nenhum apoio para o segundo turno e manteve postura crítica aos dois presidenciáveis.

Já o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), adotou discurso semelhante a Flávio Bolsonaro, que pediu a anulação do processo eleitoral desde domingo, e contestou o processo eleitoral.

O escritor Augusto Cury (Avante), que foi o terceiro candidato com mais votos no primeiro turno, ainda não se manifestou até a publicação desta matéria.

A vitória de Lula também foi marcada por uma virada inédita desde a redemocratização: o petista terminou o primeiro turno, em 4 de outubro, com 45,16% dos votos válidos, atrás dos 47,03% de Flávio Bolsonaro. No segundo turno, Lula reverteu a desvantagem e venceu por 51,75% a 48,25%.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Renan afirmou que a vitória de Lula não foi resultado de uma boa gestão petista, mas da rejeição à família Bolsonaro e à postura de seus aliados. Para o fundador do MBL, a direita precisa rever sua estratégia e abandonar a ideia de que ser de direita significa necessariamente apoiar os Bolsonaro.

"Uma vitória que não foi construída em cima de um governo bom. O governo Lula foi um governo fraco. Uma vitória que foi construída em cima da arrogância da família Bolsonaro e dos membros daquilo que a gente chama de bolsonarismo", afirmou em publicação no Instagram.

O ex-candidato também criticou o que considera uma valorização excessiva do desempenho nas redes sociais, com vídeos, danças e números de visualizações, sem resultados eleitorais correspondentes.

Segundo ele, essa postura afastou eleitores que, em disputas anteriores, votaram contra o PT, mas que desta vez optaram por Lula por rejeitarem a possibilidade de um novo governo Bolsonaro. "Você não vai conseguir vencer o PT desse jeito. Mentindo para o eleitor, dançando, votando em corrupto."

Renan citou ainda o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) como referência para a construção de uma oposição ao PT. Ele lembrou as duas vitórias de FHC sobre Lula no primeiro turno, em 1994 e 1998, e defendeu uma postura de respeito ao adversário.

Em entrevista coletiva em Goiânia, Ronaldo Caiado afirmou que defendia uma renovação política, mas reconheceu o resultado da eleição. O ex-governador havia apoiado Flávio Bolsonaro no segundo turno.

"Uma renovação. Era esse o ponto que todos nós lutamos favoravelmente a ele. Era buscar essa virada de página. Acreditamos nessa ideia. Mas nós, como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e à decisão da apuração. Essa sempre foi a nossa característica", disse o candidato do PSD.

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, contestou o processo eleitoral e comparou o resultado a um “golpe à la Venezuela”.

“Fez a mesma coisa que o ditador da Venezuela fez, prorrogando a eleição”, disse Zema em vídeo nas redes sociais.

O ex-governador também classificou a disputa como “a eleição mais mentirosa” que já viu e acusou adversários de espalhar notícias falsas sem sofrer consequências. Ele afirmou ainda que o país continuará enfrentando problemas na educação, na segurança pública e na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao criticar os próximos quatro anos de governo petista, Zema afirmou: “Mas agora vamos trabalhar, que vem aí mais 4 anos de farra pra sustentar. A conta vai continuar chegando. Porém cada vez mais alta”.

Ronaldo Caiado (PSD) reconheceu o resultado das urnas e afirmou que os democratas devem respeitar a decisão da maioria. Renan Santos, do Missão, também reconheceu a vitória de Lula, embora tenha atribuído a derrota de Flávio Bolsonaro à postura da família Bolsonaro e de seus aliados.

O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) afirmou que a derrota de Flávio não foi resultado de uma boa gestão de Lula, mas da “arrogância da família Bolsonaro e dos membros daquilo que a gente chama de bolsonarismo”. Ele também criticou a estratégia da direita nas redes sociais e defendeu uma oposição que não dependa do apoio à família Bolsonaro.

O ex-governador de Goiás afirmou que, apesar de defender uma renovação política, reconhecia a decisão das urnas. “Nós, como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e à decisão da apuração”, declarou.

O ex-governador de Minas Gerais contestou o processo eleitoral e comparou o resultado a um “golpe à la Venezuela”. Ele também classificou a disputa como “a eleição mais mentirosa” que já viu e criticou áreas como educação, segurança pública e a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Até a publicação desta matéria, o escritor Augusto Cury (Avante), terceiro candidato mais votado no primeiro turno, ainda não havia se manifestado sobre o resultado do segundo turno.

Até o momento, Solidariedade, Avante, Mobiliza, Agir, Democracia Cristã, Missão, Democrata, PRTB e PCO não haviam se manifestado publicamente sobre a reeleição do petista

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