Panorama: Funcionário da Intelbras é demitido após sugerir execução das filhas de Flávio Bolsonaro nas redes sociais
A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (29).

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Consulte formatos e valores disponíveisA Intelbras, empresa de tecnologia de São José, na Grande Florianópolis, demitiu um funcionário após ele realizar um comentário nas redes sociais em que sugere a execução das duas filhas de Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (29).
O funcionário havia feito o comentário no X, em sua conta pessoal. A declaração ganhou repercussão nas redes sociais, com cobranças para que a Intelbras se posicionasse. A empresa foi mencionada em diversas publicações e comentários.
Em sua publicação, o funcionário respondia a uma foto de Flávio Bolsonaro com suas filhas, de 12 e 14 anos. “Protocolo Romanov nelas sem mais delongas”, disse. (Entenda o significado da expressão abaixo)
Em nota, a Intelbras informou que “o profissional envolvido em publicações recentes em redes sociais não integra mais o quadro de colaboradores da companhia”.
A Intelbras informa que o profissional envolvido em publicações recentes em redes sociais não integra mais o quadro de colaboradores da companhia. Reafirmamos nosso compromisso com a ética, o respeito e os princípios estabelecidos em nosso Código de Ética e Conduta.
Funcionário da Intelbras sugeriu execução das filhas de Flávio Bolsonaro Empresa foi cobrada para que se posicionasse Funcionário demitido da Intelbras também republicou outros conteúdos ofensivos Caso gerou repercussão nas redes sociais O que significa o “Protocolo Romanov” Em 17 de julho de 1918, durante a Revolução Russa, o czar Nicolau II, sua esposa Alexandra, seus cinco filhos e quatro empregados foram mortos. A execução a tiros foi realizada em Ecaterimburgo, por revolucionários bolcheviques.
A família Romanov foi a dinastia imperial que governou a Rússia por mais de 300 anos. Nicolau II foi o último representante.
Sindicatos e associações de Santa Catarina denunciam a circulação de listas de boicote contra empresas e profissionais apontados como “petistas” e cobram investigações sobre relatos de demissões e encerramentos de contratos por motivação política. As mensagens circulam em SC e em outras regiões do Brasil após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, nas eleições de 2026.
Florianópolis Palhoça Santo Amaro da Imperatriz Brusque Rio do Sul Guabiruba Praia Grande Canoinhas Concórdia São Miguel do Oeste As listas compartilhadas incentivam empreendedores e clientela a deixar de comprar nos estabelecimentos ou contratar os profissionais citados. O movimento cresceu após políticos e influenciadores digitais publicarem conteúdos que defendem a demissão de trabalhadores, a recusa de contratação de profissionais e o boicote a estabelecimentos que ajudaram a reeleger o presidente.
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