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Omar Aziz tem 55,88% e Maria do Carmo, 44,12%, no 2º turno no Amazonas — Agregador Inteligov/EXAME

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Exame 17 de outubro de 2026 às 13:39
Via Exame
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Agregador Inteligov/EXAME: Omar Aziz tem 55,88% e Maria do Carmo, 44,12%, no 2º turno no Amazonas De acordo com o medidor de tendência do agregador, Aziz e Maria medem tendências espelhadas: o senador tende a uma queda de 1,02 pp, enquanto a adversária tende a uma alta exatamente oposta 2º turno: candidatos estão separados por 11,76 pontos no Amazonas

Publicado em 17 de outubro de 2026 às 10h10 .

Priorizar nos meus resultados Google Em uma semana, a disputa pelo governo do Amazonas permaneceu sem grandes alterações. Os dados são da última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última terça-feira, 13.

Esta é a segunda edição da pesquisa desde o primeiro turno e mede a preferência do eleitorado na etapa final do pleito.

O senador Omar Aziz (PSD) lidera com 55,88% das intenções de voto. Desde a medição do dia 6 de outubro, quando marcava 55,53%, ele ganhou 0,35 ponto percentual.

Já Maria do Carmo Seffair (PL) aparece 11,76 pontos atrás, com 44,12%. Em pouco mais de uma semana ela perdeu o mesmo percentual adquirido pelo adversário (0,35 pp).

De acordo com o medidor de tendência do agregador, Aziz e Maria medem tendências espelhadas: o senador tende a uma queda de 1,02 pp, enquanto a adversária tende a uma alta exatamente oposta, de 1,02 pp.

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.

Na consolidação realizada até 1 de outubro de 2026 , por exemplo, a base recebeu 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior.

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