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Fique por dentro: Voo da fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 23:58
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Fique por dentro: Voo da fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Voo da fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA A Casa Branca não se pronunciou até o momento sobre o assunto

O senador Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Mauro Pimentel/AFP Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "voo-da-fuga-de-flavio-bolsonaro-foi-pago-por-intermediario-a-partir-dos-eua" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "voo-da-fuga-de-flavio-bolsonaro-foi-pago-por-intermediario-a-partir-dos-eua" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); O voo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para fugir do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico, por meio de uma conta nos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira 29 à AFP o proprietário da companhia aérea.

O senador fugiu na madrugada de quarta-feira da Argentina, em um jato particular com destino à Flórida, acompanhado da família, depois que a polícia cancelou seus passaportes em uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.

O filho Jair Bolsonaro não reconheceu sua derrota para Lula (PT) nas eleições presidenciais de domingo e afirmou que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.

“Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos”, disse à AFP o empresário argentino Luis Grande, proprietário da companhia Baires Fly, responsável pelo transporte de Bolsonaro, em uma conversa telefônica de um apartamento que possui na Flórida.

Segundo Grande, esse intermediário, cuja identidade ele se recusou a revelar, transferiu um pagamento de 150 mil dólares (cerca de 800 mil reais) de uma conta de sua empresa em um banco americano para um banco argentino.

O jornal The New York Times publicou nesta quinta-feira que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor de Donald Trump. A Casa Branca não se pronunciou até o momento sobre o assunto.

Grande afirmou que não conhece a pessoa que contratou o intermediário e que este lhe disse que também não a conhecia antes da operação.

A informação sobre o broker, que tem dupla nacionalidade argentina e americana e mora na Flórida, foi divulgada inicialmente na quarta-feira pelo jornal argentino Perfil, com base em fontes anônimas.

Ele cruzou por terra a fronteira do Brasil com a Argentina na noite de terça-feira e, pouco depois, decolou da cidade fronteiriça de Puerto Iguazú, segundo as autoridades argentinas.

Ainda não se sabe como ele chegou de Brasília à região da fronteira.

Veículos de comunicação argentinos afirmaram que Bolsonaro teria entrado no aeroporto em uma caminhonete filmada por emissoras de TV, mas uma fonte do setor aeronáutico disse à AFP que, naquele momento, ele já havia embarcado no avião após entrar por outro acesso.

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

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