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Entenda: COLUNA | A culpa é do ex ? Prefeita Claudinha Jardim joga responsabilidade para Marcelo Maranata

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 22 de outubro de 2026 às 18:18
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Entenda: COLUNA | A culpa é do ex ? Prefeita Claudinha Jardim joga responsabilidade para Marcelo Maranata
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Adicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google Na manifestação, ela afirmou que a prefeitura colaborará com a Polícia Civil, o Ministério Público e o Poder Judiciário para o esclarecimento dos fatos Diego outubro 22, 2026 3:18 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:

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Cláudia Jardim informou que, ao tomar conhecimento de indícios de irregularidades envolvendo a empresa, determinou a reabertura de um Processo Administrativo Especial de Licitações e Contratos (PAELC), que estava arquivado. Segundo ela, foram adotadas medidas como a rescisão contratual, o afastamento da empresa da administração municipal, a declaração de inidoneidade para contratar com o poder público por quatro anos e a aplicação de multa. A prefeita afirmou, porém, que a empresa retomou as atividades por força de uma decisão judicial.

A chefe do Executivo municipal também declarou que, em junho de 2026, encaminhou documentos e materiais diretamente ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). Após a operação desta quinta-feira, ela determinou ainda a abertura de apurações internas para esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades na administração municipal. A investigação envolve acontecimentos de 2024, período em que, segundo a nota, o então prefeito Marcelo Maranata decidiu suspender punições que seriam aplicadas à empresa.

Na manifestação, Cláudia Jardim afirmou que a prefeitura colaborará com a Polícia Civil, o Ministério Público e o Poder Judiciário para o esclarecimento dos fatos. A prefeita também ressaltou que a exoneração do procurador-geral não representa um juízo antecipado de responsabilidade e que devem ser assegurados o contraditório e a ampla defesa. Até que as apurações sejam concluídas, eventuais responsabilidades deverão ser estabelecidas com base nas provas reunidas pelas autoridades.

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