Em destaque: Tradicional clube de SP é condenado por dívida trabalhista de R$ 2,8 milhões com equipe de games
A instituição vem sofrendo condenações judiciais resultantes de irregularidades cometidas no encerramento da estrutura competitiva de jogos virtuais, em uma dív

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Consulte formatos e valores disponíveisUm tradicional clube do futebol brasileiro enfrenta sérios problemas na Justiça do Trabalho por pendências em antiga modalidade. A instituição vem sofrendo condenações judiciais resultantes de irregularidades cometidas no encerramento da estrutura competitiva de jogos virtuais, em uma dívida que soma R$ 2,8 milhões.
Brescia, da Itália FC Kaiserslautern, da Alemanha Parma, da Itália Glasgow Rangers, da Escócia AEK Athenas, da Grécia Racing Club, da Argentina De acordo com apuração do ge, as ações trabalhistas atingem diretamente o Corinthians, que responde subsidiariamente por débitos decorrentes da antiga divisão de esportes eletrônicos. Embora o setor tenha sido licenciado para a empresa CDS, os valores cobrados em múltiplos processos ultrapassam o montante de R$ 2,8 milhões.
Um levantamento realizado nos Tribunais Regionais do Trabalho identificou a existência de 30 ações judiciais movidas contra a empresa gestora e o clube paulista. Sete desses processos já resultaram em condenações em 1ª instância e outros seis tiveram a sentença confirmada em 2ª instância.
Outras 17 ações abertas nos tribunais seguem tramitando sem que tenha ocorrido qualquer pronunciamento oficial ou sentença até o momento. Nas 13 causas que já possuem decisões proferidas pela Justiça, a agremiação acabou sendo responsabilizada conjuntamente com a empresa em dez oportunidades.
O entendimento de diferentes magistrados aponta que a instituição esportiva se beneficiou diretamente do trabalho prestado pelos atletas de games. Mesmo sem vínculo formal direto, o uso da imagem e da estrutura do clube fundamenta a responsabilização subsidiária pelas obrigações descumpridas.
O advogado Helio Tadeu Brogna Coelho ressaltou que os profissionais prestavam serviços inseridos no projeto e na marca da agremiação alvinegra. Por conta disso, a jurisprudência dominante nos tribunais estabelece que a instituição responda pelos direitos trabalhistas não quitados pela contratada.
Em nota oficial divulgada sobre o caso, a diretoria informou que já cobrou formalmente o valor de R$ 439,7 mil da empresa CDS. O comunicado reforça que as decisões judiciais não anulam a responsabilidade da gestora e garantem o direito do clube de exigir o ressarcimento.
O texto assinala ainda que o clube considera grave ver sua credibilidade associada aos impactos de uma gestão financeira delegada a terceiros. A cúpula alvinegra argumenta que toda a administração trabalhista do departamento havia sido transferida expressamente à parceira contratada.
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