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Veja 7 hábitos para adotar hoje

Por Redatores da Empire Cidades 31 de outubro de 2026 às 19:25
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Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Alguns hábitos podem ajudar a preservar a memória e reduzir o risco de Alzheimer e outras demências Imagem: Getty Images Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Envelhecer não significa perder a memória ou a capacidade de raciocínio. Embora a idade seja um dos principais fatores de risco para demências, alguns hábitos podem ajudar a preservar a saúde cerebral e reduzir a probabilidade de desenvolver doenças como o Alzheimer.

Manter o cérebro ativo, cultivar relações sociais, dormir bem, praticar exercícios físicos e controlar problemas como hipertensão e colesterol alto estão entre as medidas que favorecem a saúde cognitiva. A alimentação também merece atenção, especialmente padrões como as dietas mediterrânea e MIND, associados a menor risco de declínio cognitivo.

A seguir, sete atitudes para colocar em prática hoje mesmo.

Aprender coisas novas ajuda a estimular as funções cognitivas. Em vez de se limitar a atividades já dominadas, vale buscar desafios intelectuais, como estudar um idioma, aprender a tocar um instrumento ou desenvolver uma habilidade artística. A proposta é manter o cérebro em contato com experiências diferentes, que exijam atenção, memória e raciocínio.

Manter contato com amigos e familiares e participar de atividades em grupo pode favorecer a memória e a saúde cognitiva ao longo dos anos Imagem: Getty Images 2. Cultive relações sociais

Manter contato com amigos e familiares e participar de grupos comunitários também pode favorecer a saúde cognitiva. Pesquisas da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, associaram relações sociais positivas à preservação da memória ao longo dos anos.

Por outro lado, o isolamento social e a solidão estão relacionados a maior risco de depressão, doenças cardiovasculares e demência. Por isso, cultivar vínculos e manter uma vida social ativa são medidas importantes para o bem-estar físico e mental.

Dormir bem é importante para o funcionamento cerebral. Estudos apontam uma relação entre noites maldormidas e o acúmulo de proteínas beta-amiloides, associadas à doença de Alzheimer.

O sono participa dos processos de reorganização cerebral e eliminação de resíduos metabólicos. A falta de descanso adequado, portanto, pode prejudicar funções importantes para a memória e o raciocínio.

Hipertensão e colesterol elevado podem comprometer a circulação sanguínea e aumentar o risco de problemas que afetam a saúde cerebral Imagem: iStock 4. Controle a pressão arterial e o colesterol

A saúde dos vasos sanguíneos também influencia o funcionamento do cérebro. Hipertensão e colesterol elevado podem comprometer a circulação de sangue e oxigênio para o cérebro, além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, associados também à demência.

Estudos com animais indicam que a pressão alta pode acelerar alterações relacionadas à memória, enquanto níveis elevados de colesterol favorecem processos ligados ao acúmulo de proteínas prejudiciais ao sistema nervoso. Manter esses indicadores sob controle ajuda a proteger a saúde cardiovascular e cerebral.

O consumo excessivo de álcool pode prejudicar o cérebro. Uma pesquisa publicada na revista The Lancet Public Health revelou que mais da metade dos casos de demência precoce estavam associados ao uso crônico da bebida. O álcool pode danificar células nervosas e aumentar a vulnerabilidade a doenças degenerativas.

Caminhar, correr ou praticar outras modalidades de exercício beneficia o coração, melhora a circulação e contribui para a saúde do cérebro. A atividade física também ajuda a preservar as fibras nervosas e reduzir os efeitos do estresse crônico sobre o hipocampo, região cerebral fundamental para a memória e o aprendizado. A regularidade é importante para aproveitar os benefícios do exercício ao longo do tempo.

A dieta mediterrânea e a MIND estão entre os padrões alimentares estudados em relação à prevenção do declínio cognitivo. A dieta mediterrânea prioriza vegetais, peixes, oleaginosas e azeite. Já a MIND combina características desse padrão com a dieta DASH, desenvolvida para ajudar no controle da hipertensão.

Ambas valorizam verduras, legumes, grãos integrais, nozes, aves e peixes, enquanto recomendam limitar alimentos como carnes vermelhas, manteiga, queijos gordurosos, doces e frituras.

Pesquisas associaram a dieta mediterrânea a uma redução de até 40% nas chances de desenvolver Alzheimer. Para a dieta MIND, estudos apontaram um risco até 53% menor entre pessoas com maior adesão ao padrão alimentar e preservação da cognição como se fosse oito anos mais jovem.

Esses resultados, porém, não significam garantia de prevenção nem permitem afirmar que o efeito será igual para todos.

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