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Em destaque: Funcionários da Meta admitiram que contas de Lula foram prejudicadas, diz Folha

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por InfoMoney 16 de outubro de 2026 às 21:44
Via InfoMoney
Em destaque: Funcionários da Meta admitiram que contas de Lula foram prejudicadas, diz Folha
Foto: Foto: InfoMoney
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SÃO PAULO, 16 Out (Reuters) – Funcionários ⁠da Meta reconheceram em comunicações internas ⁠que as contas do presidente e candidato à ‌reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Instagram foram prejudicadas por restrições durante as eleições, afirmou o ‌jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira, citando mensagens que analisou.

Nas mensagens, os funcionários também reconheceram que a plataforma recomendava o perfil de seu adversário no segundo turno da disputa presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL), bem como ⁠seu ‌canal no WhatsApp, segundo a reportagem.

Empresa diz que suspensão de conta, problemas em anúncios e respostas da Meta AI tiveram origem operacional e afirma que não tentou influenciar a eleição

• A Meta ⁠afirmou que os problemas técnicos citados na reportagem já eram de conhecimento público e que as conversas mencionadas se referiam exclusivamente à gravidade dos problemas, e não a uma interferência política. “Qualquer sugestão de ​que a Meta favoreça um lado é falsa”, acrescentou a empresa em comunicado.

• Lula enfrentará Bolsonaro no ​segundo turno da disputa pela Planalto, em 25 de outubro, após o senador de oposição ter conseguido um desempenho melhor do que o esperado no primeiro turno, no início deste mês.

• A campanha de ‌Lula afirmou no início desta semana ​que apresentaria uma denúncia à Organização dos Estados Americanos (OEA) alegando que a Meta, proprietária do Instagram, do WhatsApp e do Facebook, manipulou ⁠as redes ​sociais durante as ​eleições no Brasil.

• Segundo o PT, algumas das publicações da campanha de ⁠Lula apareceram sem o botão ​de compartilhamento, tiveram alcance reduzido e alguns stories não permitiam reações e compartilhamentos, além de aparecerem sem áudio ou ​serem reproduzidas em velocidade acelerada.

• Um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou, na quinta-feira, que ​a empresa não ⁠limitasse injustificadamente o alcance de conteúdo político relacionado a ambos os candidatos ⁠até o final da campanha do segundo turno.

• A decisão também determinou que a Meta AI, o chatbot de inteligência artificial da empresa, não deve favorecer nenhum dos candidatos ao gerar conteúdo relacionado às eleições.

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