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Em destaque: Fachada de prédio da Justiça do Trabalho ilustrando condenação por exploração de trabalhadores em carvoaria de MG

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 23:00
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Em destaque: Fachada de prédio da Justiça do Trabalho ilustrando condenação por exploração de trabalhadores em carvoaria de MG
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A Justiça do Trabalho determinou a condenação de um proprietário de carvoaria situada em Serra do Salitre, região do Alto Paranaíba, ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos, revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), após o resgate de três funcionários encontrados em situação análoga à escravidão. Desse modo , a sentença foi oficializada neste último domingo (23), decorrente da atuação incisiva do Ministério Público do Trabalho (MPT). Além disso , o réu precisará arcar com as verbas trabalhistas e rescisórias devidas, somadas a reparações por danos morais individuais.

Por um lado , o episódio veio à tona graças a uma denúncia que mobilizou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) até a fazenda, permitindo que o MPT iniciasse as apurações e confirmasse inúmeras infrações. Por outro lado , o cenário revelado detalhou ausência de registro formal, rotinas exaustivas, salários irregulares, falta de EPIs, além de alojamentos precários desprovidos de água potável e saneamento básico. Vale ressaltar que , em fevereiro deste ano, o MPT já havia assegurado uma liminar bloqueando os bens do empregador para assegurar futuros pagamentos.

Consequentemente , a decisão obriga o patrão a regularizar o vínculo dos funcionários, pagar pontualmente, assegurar repouso semanal, fornecer equipamentos de proteção e garantir moradia, alimentação e água potável de qualidade, sob pena de multa de R$ 5 mil por infração caso descumpra as diretrizes. Por fim , o procurador do Trabalho Hermano Martins Domingues destacou o papel fundamental das fiscalizações e lembrou que denúncias sobre trabalho escravo podem ser feitas por qualquer cidadão, familiares ou sindicatos junto ao MPT. Enquanto o caso serve de alerta para o cumprimento das leis trabalhistas, mantenha-se informado sobre os acontecimentos regionais acompanhando as principais notícias de Uberlândia por meio do portal Uberlândia Notícias .

#Justiça
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