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Bebê com inflamação na garganta falece com necrose em hospital de SP

A mãe do bebê denunciou o caso à polícia

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 05:02
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Bebê com inflamação na garganta falece com necrose em hospital de SP
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Reprodução São Paulo — Um bebê com quatro meses de vida deu entrada em um hospital na zona leste de São Paulo, após apresentar um quadro de febre. Diagnosticado por uma médica com inflamação na garganta, a criança foi mandada para casa no mesmo dia somente com a receita de um antibiótico e um analgésico. Os remédios não foram suficientes, e o quadro do bebê se agravou. Dois dias depois, ele foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital e Maternidade Salvalus , em coma induzido. Após três meses de sofrimento, Gael França da Silva faleceu, aos sete meses de vida . Sua mãe, agora, busca justiça.

A história, denunciada pela mãe de Gael à polícia, começou no dia 9 de abril de 2026 . Segundo ela, o filho apresentava um quadro febril, motivo pelo qual decidiu levá-lo ao hospital particular Nossa Senhora do Rosário, no bairro Vila Maria, zona leste da capital. No local, foi atendida por uma médica que, após uma avaliação clínica preliminar, teria diagnosticado a criança com inflamação na garganta . Os remédios prescritos foram a amoxicilina , antibiótico comumente indicado para o tratamento de infecções bacterianas, e o analgésico dipirona.

Não foram realizados exames adicionais em Gael naquele dia .

Inicialmente, o tratamento previa uma duração de sete dias. Pouco mais de 24 horas depois, no entanto, o estado de Gael se agravou — a mãe relatou “queda de temperatura e palidez” . Ela decidiu voltar ao mesmo hospital, onde foi atendida por outros dois médicos.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP Durante a avaliação realizada por um deles, foram identificados sinais e sintomas sugestivos de “possível infecção pulmonar” . Só então foram solicitados exames para a criança, incluindo exames de sangue que teriam confirmado, em caráter preliminar, a existência de uma infecção.

Na sequência, o médico pediu a internação imediata de Gael em uma UTI — com a qual o hospital em questão não conta, o que exigiu também um pedido de transferência.

Enquanto a transferência não era realizada, o profissional decidiu administrar medicação por via intravenosa, além de intubar Gael . O acesso às veias da criança, no entanto, se mostrou mais difícil que o esperado, o que levou o médico a realizar o acesso pelo pé esquerdo do bebê .

#São Paulo#Polícia#Saúde
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