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Atualização: Alerta vindo da Argentina teria adiado saída de Flávio Bolsonaro para os EUA

A mensagem teria sido recebida às 23h50 de segunda-feira (26), quando interlocutores argentinos já acompanhavam […]

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 13:27
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Atualização: Alerta vindo da Argentina teria adiado saída de Flávio Bolsonaro para os EUA
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Logo compartilhamento facebook Logo compartilhamento linkedin Logo compartilhamento whatsapp Logo compartilhamento telegram Logo Compartilhar E-mail Um alerta enviado da Argentina a um aliado próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria contribuído para adiar a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) rumo aos Estados Unidos, após sua derrota nas eleições presidenciais de 2026.

A mensagem teria sido recebida às 23h50 de segunda-feira (26), quando interlocutores argentinos já acompanhavam movimentações relacionadas à viagem do senador e de sua família.

As informações indicavam que um avião particular estava preparado para decolar na madrugada seguinte, com destino aos Estados Unidos.

A divulgação do plano teria provocado uma mudança na programação inicial.

O suposto efeito do alerta sobre o adiamento da viagem é uma informação de bastidores, não uma conclusão oficialmente confirmada pelas autoridades.

O aviso teria sido encaminhado por pessoas ligadas a organizações sindicais argentinas.

Segundo os relatos, o grupo obteve informações sobre a movimentação de uma aeronave que poderia transportar Flávio Bolsonaro e seus familiares.

O plano mencionado envolvia um jato Gulfstream operado pela empresa Baires Fly.

A decolagem estaria prevista para as 2h30 da madrugada de terça-feira (27), a partir do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina.

O destino indicado seria Miami, nos Estados Unidos.

Os documentos mencionados nas informações de bastidores apontavam quatro passageiros.

Além de Flávio Bolsonaro, estariam relacionados sua mulher, Fernanda, e as duas filhas do casal.

A viagem teria sido organizada em meio à repercussão das medidas judiciais que restringiam a saída do senador do Brasil.

Flávio havia sido derrotado por Lula no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).

O episódio passou a gerar questionamentos sobre a possibilidade de o parlamentar deixar o país apesar das determinações judiciais.

Após receber a mensagem, o interlocutor próximo de Lula teria comunicado o conteúdo ao presidente e a outras autoridades brasileiras.

Entre os nomes mencionados está o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

A informação também teria chegado a integrantes do alto escalão do governo.

De acordo com o relato, o horário avançado dificultou uma reação imediata.

Diante da situação, os dados sobre a aeronave teriam sido encaminhados a jornalistas argentinos.

A publicação das informações sobre a viagem teria alterado a programação originalmente prevista.

Não há confirmação independente de todos os detalhes dessa comunicação entre interlocutores políticos e autoridades.

Apesar do suposto adiamento, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil posteriormente.

Registros divulgados pela Direção Nacional de Migrações da Argentina indicam que o senador e seus familiares cruzaram a fronteira na noite de terça-feira (27).

A passagem teria ocorrido às 22h50, pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú.

Pouco depois, a família embarcou em uma aeronave particular.

As informações sobre o deslocamento contrariaram versões que circularam ao longo da terça-feira, segundo as quais Flávio já estaria nos Estados Unidos horas antes.

Durante o dia 27, diferentes relatos sobre o paradeiro de Flávio Bolsonaro foram divulgados.

Alguns interlocutores afirmavam que o senador já havia deixado o Brasil.

Outros sustentavam que ele estava a caminho dos Estados Unidos ou já havia chegado ao país.

Os registros migratórios argentinos, entretanto, apontaram que a passagem pela fronteira ocorreu somente à noite.

A divergência levantou questionamentos sobre a circulação de informações incorretas durante a operação.

Não está demonstrado, porém, que todas essas informações tenham sido divulgadas de maneira coordenada.

A viagem de Flávio Bolsonaro ganhou dimensão internacional devido à proximidade política entre sua família e os governos de Donald Trump e Javier Milei.

A administração americana autorizou a entrada do senador e de seus familiares nos Estados Unidos.

O secretário de Estado Marco Rubio afirmou posteriormente que o governo americano não participou diretamente dos preparativos da saída do Brasil.

As declarações ocorreram em meio a questionamentos sobre o envolvimento de interlocutores políticos na viagem.

A passagem pela Argentina também ampliou as tensões diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires.

O alerta enviado da Argentina acrescenta um novo elemento à sequência de acontecimentos que antecederam a saída do senador.

A existência de informações antecipadas sobre uma aeronave e seus passageiros sugere que o plano de viagem já era conhecido por determinados interlocutores antes da partida.

Entretanto, ainda há pontos que exigem esclarecimento, incluindo o alcance das comunicações recebidas por autoridades brasileiras e os motivos exatos para a alteração do horário inicialmente previsto.

A repercussão do caso também está relacionada às medidas judiciais que envolvem Flávio Bolsonaro.

Até que todos os detalhes sejam esclarecidos, o possível adiamento provocado pelo alerta deve ser tratado como uma versão de bastidores.

#Belém#Internacional#Política
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