SP celebra 38 anos livre da doença — Dia Mundial de Combate à Poliomielite
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Consulte formatos e valores disponíveisEm 2026, o estado de São Paulo completou 38 anos sem registrar casos de poliomielite , também conhecida como paralisia infantil . O último caso em território paulista ocorreu em 1988, no município de Teodoro Sampaio, na região de Presidente Prudente. Neste sábado (24) é comemorado o dia Dia Mundial de Combate à Poliomielite.
Em São Paulo, os efeitos das campanhas nacionais de vacinação, iniciadas em 1980, foram expressivos. Naquele ano, o estado registrou 101 casos da doença. Em 1981, o número caiu para sete, uma redução de 93% .
No Brasil, o último caso de poliomielite foi registrado em 1989 . Apesar dos avanços brasileiros, a poliomielite ainda existe em outros países.
SP confirma 41 casos de sarampo; 75% dos infectados não se vacinaram SP tem novo caso de sarampo confirmado; infectados chegam a 16 SP intensifica vacinação contra o sarampo na segunda (3); casos chegam a 15 O poliovírus selvagem permanece em circulação no Afeganistão e no Paquistão, enquanto surtos associados a outras formas do vírus também são registrados em diferentes países.
Nesse contexto, é importante manter a atenção, especialmente em locais onde a cobertura vacinal está abaixo do recomendado.
Até o momento, o estado não atingiu a meta de 95% de cobertura vacinal estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até agosto, segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), a cobertura era de 88,74% entre crianças menores de um ano e de 84,51% para o primeiro reforço.
Atualmente, a vacinação contra a poliomielite é feita com cinco doses da vacina inativada contra a poliomielite (VIP). Confira o calendário:
Todas as doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) .
A poliomielite é causada pelo poliovírus e pode infectar crianças e adultos, embora seja mais frequente na infância. De acordo com o Ministério da Saúde, a transmissão ocorre pelo contato direto com fezes ou secreções eliminadas pela boca de pessoas infectadas.
Fatores como a falta de saneamento básico, as condições habitacionais inadequadas e a higiene pessoal precária podem contribuir para a transmissão do vírus.
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