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Soldado da PM vira ré por homicídio triplamente qualificado — Caso Thawanna

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Metrópoles 19 de outubro de 2026 às 23:40
Via Metrópoles
Soldado da PM vira ré por homicídio triplamente qualificado — Caso Thawanna
Foto: Foto: Metrópoles
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Para a Promotoria, não houve situação que justificasse o emprego da força letal. Os promotores Rodolfo Justino de Morais e Lucas de Mello Shaefer também lembraram que Thawanna estava desarmada e que o disparo teve caráter desproporcional. Após ser atingida pelo disparo, a ajudante-geral aguardou cerca de 30 minutos pelo resgate e morreu posteriormente, após não resistir aos ferimentos. De acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte de Thawanna Salmázio foi uma hemorragia interna aguda.

Abordagem começou após policiais baterem retrovisor no braço de homem

Durante a abordagem, a agente Yasmin Cursino Ferreira desceu da viatura e participou da briga

A policial Yasmin Cursino Ferreira apontou a arma para vítima

Policial militar perguntando para colega se ela tinha atirado contra mulher em abordagem

PM parada na rua após atirar em mulher em abordagem

Thawanna da Silva Salmázio agonizou por cerca de 30 minutos antes de ser socorrida

Caso Thawanna: policial diz sofrer ameaças e pede que processo corra em segredo de justiça

A policial Yasmin Cursino Ferreira teve a arma recolhida

Na denúncia, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) também sustenta que a demora da ambulância contribuiu para caracterizar meio cruel, afirmando que a vítima permaneceu consciente e em sofrimento após o tiro, sem que a soldado prestasse o devido socorro para mitigar os efeitos do ferimento.

O caso aconteceu em 3 de abril, quando Thawanna e o marido, Luciano Gonçalves dos Santos, caminhavam pela Rua Edimundo Audran, e uma viatura passou e esbarrou no braço de Luciano. O início da briga e a sequência de fatos que culminaram no disparo foram registrados pela câmera corporal do soldado Weden Silva Soares, que acompanhava Yasmin Cursino durante o patrulhamento pelo local. Yasmin não usava bodycam na ocasião.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP Em um dos trechos audíveis, a ajudante-geral diz: “Com todo respeito, mas você [PM] que bateu em nós, que eu vi”. Uma voz feminina, que seria da soldado, rebate. A partir daí, a discussão escala para gritos. “Vai agredir? Vai agredir?”, retruca Luciano. Segundos depois, ouve-se um disparo.

Yasmin afirma que teria sido agredida pela ajudante-geral, versão essa que é contestada pelo marido e pelo advogado da família de Thawanna.

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