relembre polêmicas enfrentadas pelo cantor — Drake completa 40 anos
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Consulte formatos e valores disponíveisO rapper canadense Drake completa 40 anos neste sábado (24). Ao longo da carreira, além de colecionar grandes hits, o astro do hip-hop internacional se envolveu em algumas polêmicas.
Algumas críticas mais frequentes estão relacionadas às letras de suas músicas. Drake ainda protagonizou um dos confrontos mais comentados do hip-hop nos últimos anos, contra Kendrick Lamar, 39.
North West, filha de Kim Kardashian, diz que deseja trabalhar em cafeteria Drake perde R$ 7,5 milhões com aposta na Copa do Mundo Beyoncé revela como foi retirar dreads do Jay-Z pela 1ª vez; assista Nascido em 24 de outubro de 1986, em Toronto, no Canadá, Aubrey Drake Graham iniciou sua trajetória artística como ator na série juvenil "Degrassi: A Próxima Geração" (2001) antes de conquistar projeção internacional na música.
Com álbuns de grande repercussão, sucessos nas plataformas digitais e influência sobre o rap e o pop, o artista tornou-se um dos nomes mais populares de sua geração.
O canadense coleciona algumas canções que alcançaram o número um das paradas da Billboard; "Best I Ever Had" (2009), "What's My Name?" (2010), "Work" (2016), "One Dance" (2016), "Pop Style" (2016), "In My Feelings" (2018), "God's Plan" (2018), "Nice for What" (2018) e "Way 2 Sexy" (2021).
Duas das maiores estrelas internacionais, travaram uma batalha lírica em 2024, além de terem lançado músicas um sobre o outro. A briga, no entanto, começou anos atrás.
Em 2011, Lamar apareceu no segundo álbum de Drake, “Take Care”, na canção “Buried Alive Interlude”. Foi no mesmo ano que ele lançou seu primeiro álbum de estúdio, “Section.80”.
Os dois rappers estavam conquistando seus lugares na indústria musical na época. Eles sairiam em turnê juntos e colaboraram na faixa “Poetic Justice” do segundo álbum de estúdio de Lamar, “Good Kid, MAAD City”.
Como uma das estrelas em ascensão do hip-hop, Lamar se aproveitou de seu crescente sucesso com a arrogância que se esperaria no jogo do rap durante uma participação especial no single de 2013 de Big Sean, “Control". Vários artistas são mencionados na música, incluindo Drake.
A letra diz: “Eu tenho amor por todos vocês, mas estou tentando matar vocês”, um eufemismo para falar de superá-los profissionalmente. Lamar se autoproclama “Rei de Nova York”.
Eles continuaram se alfinetar dos dois lados nas músicas lançadas ao longo dos anos, até um conflito que ganhou grande repercussão em 2024. A disputa se intensificou com o lançamento de músicas em que os dois artistas trocaram acusações e críticas pessoais.
Entre os destaques do confronto está "Not Like Us" , faixa de Lamar que alcançou grande sucesso comercial e apresentou acusações contra Drake. O canadense negou as alegações e contestou publicamente a maneira como foi retratado na música. As acusações divulgadas nas faixas fazem parte de uma disputa artística e não devem ser tratadas, por si só, como fatos comprovados.
Em janeiro de 2025, Drake entrou com uma ação judicial contra a Universal Music Group (UMG), gravadora responsável pelo lançamento e pela distribuição da faixa, alegando que a empresa promoveu a música de maneira que prejudicou sua reputação. O processo não foi apresentado diretamente contra Kendrick Lamar.
Em outubro de 2025, um tribunal federal dos Estados Unidos rejeitou a ação, entendendo que as declarações presentes na música, consideradas no contexto de uma batalha de rap, não configuravam uma base suficiente para a reclamação apresentada. O caso ampliou o debate sobre os limites entre liberdade artística, acusações em letras musicais e responsabilidade das gravadoras.
Drake também protagonizou desentendimentos públicos com outros artistas do gênero, como Pusha T. Em 2018, a disputa entre os dois ganhou força com o lançamento de faixas de ataque pessoal, incluindo "The Story of Adidon", de Pusha T.
A música revelou informações sobre a paternidade de Drake, que posteriormente confirmou ter um filho, Adonis. O episódio repercutiu amplamente por levar aspectos da vida privada do rapper para o centro de uma disputa musical.
Quanto ao Brasil, o rapper canadense já causou frustração em fãs em duas ocasiões diferentes. Em 2019, Drake foi uma das atrações mais aguardadas do Rock in Rio, quando estava previsto para encerrar a programação do Palco Mundo em 27 de setembro.
Entretanto, o rapper cancelou a apresentação poucas horas antes do show. Na ocasião, a organização informou que o artista não se apresentaria por questões de produção. O cancelamento provocou frustração entre fãs que aguardavam a estreia dele no festival, e a apresentação foi substituída por um show de outra atração.
Já em 2023, ele cancelou sua apresentação no Lollapalooza Brasil. O rapper estava anunciado como atração principal do festival, em São Paulo, mas cancelou sua apresentação pouco antes da data prevista, alegando circunstâncias imprevistas relacionadas à produção.
A decisão gerou críticas de fãs nas redes sociais, especialmente por se tratar de um dos artistas mais aguardados daquela edição.
Uma das críticas recorrentes enfrentadas por Drake ao longo da carreira diz respeito à apropriação cultural e ao uso de elementos musicais de diferentes comunidades, especialmente em suas incursões por gêneros como o dancehall e o afrobeats, originários de tradições musicais negras.
A música "One Dance", lançada em 2016, combina influências desses gêneros, e à época, levantou discussões sobre a comercialização de estilos musicais desenvolvidos por artistas negros e africanos.
Já no álbum "More Life", de 2017, Drake incorporou referências associadas ao dancehall e à música jamaicana. Embora o projeto tenha ampliado a visibilidade internacional desses estilos, parte do público ouvinte de hip-hop passou a questionar se artistas de grande alcance comercial recebem mais reconhecimento por sonoridades desenvolvidas por comunidades negras e caribenhas.
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