Região: TSE nega pedido de Flávio Bolsonaro para barrar mensagens do governo Lula
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Consulte formatos e valores disponíveisTSE nega pedido de Flávio Bolsonaro para barrar mensagens do governo Lula Ministro mandou, porém, as partes se pronunciarem em até cinco dias
Segundo Cueva, a solicitação tem alcance excessivo e poderia interromper comunicações de utilidade pública, inclusive orientações sobre saúde, benefícios e proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Apesar de rechaçar as medidas urgentes, o ministro fixou um prazo de cinco dias para as partes se manifestarem.
Na ação, Flávio alega que Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira , usaram a estrutura pública para favorecer a candidatura do petista.
Flávio questiona mensagens sobre programas e serviços, como Bolsa Família, Farmácia Popular e prova de vida do INSS.
Ao analisar o pedido, Cueva afirmou que as mensagens apresentadas têm conteúdo aparentemente informativo, sem referências a candidatura, pedidos de voto ou manifestações de apoio eleitoral.
Como exemplo do escopo da solicitação, o ministro citou uma comunicação sobre o Disque 100, destinado a denúncias de violações de direitos humanos. “A legislação eleitoral não impõe a paralisação dos serviços públicos nem impede a transmissão de informações necessárias à sua execução” , destacou.
A decisão manteve a transmissão dos comunicados e recusou a retirada da marca e do slogan oficial das contas públicas, além de rejeitar a exigência de entrega imediata de papéis administrativos por parte dos ministérios. Sobre esta última solicitação, Cueva deu 48 horas para a equipe do candidato do PL explicar quais dados pretende preservar e quais órgãos deverão guardá-los.
Maiara Marinho Repórter de CartaCapital baseada em Brasília, cobrindo o Poder Judiciário. Possui menção honrosa pela Agência LivreJor e mestrado em Comunicação e Cultura na UFRJ. Publicações em Le Monde Diplomatique Brasil, UOL e Repórter Brasil.
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Para o ministro, a medida poderia interromper de forma indiscriminada comunicações de utilidade pública.
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