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Região: TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder político

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 5 de novembro de 2026 às 20:06
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Região: TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder político
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder político A legenda questiona na Justiça Eleitoral a edição de 35 atos normativos que criaram ou ampliaram benefícios à população durante o ano eleitoral

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o presidente Lula (PT). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "tse-admite-acao-do-novo-contra-lula-e-alckmin-por-suposto-abuso-de-poder-politico" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "tse-admite-acao-do-novo-contra-lula-e-alckmin-por-suposto-abuso-de-poder-politico" }); }) }, 100); a.bets-container { background: #df2c2a; padding: 0.5rem 0 0.5rem 2rem; border-radius: 0.4rem; } a.bets-container:hover { background: #df2c2a; transition:.5s; } a.bets-container img { max-width: 50px; } a.bets-container span { font-family: work sans, sans-serif; font-size: 32px; font-weight: 600; color: #fff; text-align: center; display: block; margin: 15px auto 0 auto; transition:.5s; } Eleições 2026!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}();

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, admitiu, nesta quinta-feira 5, uma ação movida pelo partido Novo que tenta cassar a chapa Lula-Alckmin por suposto abuso de poder político nas eleições de 2026. Ambos têm cinco dias para se manifestar.

No despacho, Cueva considerou afirmou que a petição atende aos requisitos para a abertura da investigação, com descrição dos fatos, identificação dos atos questionados e apresentação de documentos.

A legenda questiona no TSE a edição de 35 atos normativos que criaram ou ampliaram benefícios à população durante o ano eleitoral. O número, diz o partido, número iguala o total de iniciativas semelhantes adotadas nos três anos anteriores: 17 em 2023, quatro em 2024 e 14 em 2025.

Na representação encaminhada à Corte, o Novo sustenta que a concentração de medidas em ano eleitoral e a proximidade com o pleito indicaria para o possível uso da máquina pública com objetivo de favorecer a chapa que disputou a reeleição.

Entre os exemplos citados estão o reajuste do Bolsa Família, que alcança cerca de 19,29 milhões de famílias, e medidas de subsídio aos combustíveis, com custo projetado de 40 bilhões de reais neste ano.

A ação também atribui responsabilidade a Geraldo Alckmin, sob o argumento de que o vice-presidente integrou a chapa beneficiada e participou de eventos de anúncio de algumas das medidas.

O Novo estima em 73 bilhões de reais o custo fiscal das 35 medidas até 16 de outubro. A ação também aponta a abertura de 13 créditos extraordinários, que somam 99,7 bilhões em 2026. Por isso, o partido reivindica a cassação dos registros ou diplomas de Lula e Alckmin, além da declaração de inelegibilidade de ambos por oito anos.

A reportagem tenta contato com os advogados da campanha petista e aguarda retorno.

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

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