Atualização: Justiça anula atos administrativos que autorizam uso de imóveis para ajudar BRB
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisJustiça anula atos administrativos que autorizam uso de imóveis para ajudar BRB A tentativa de capitalizar o banco do DF ocorreu após a crise provocada pelas operações com o Master, de Daniel Vorcaro
O Banco de Brasília (BRB), instituição financeira pública ligada ao governo do Distrito Federal. Foto: BRB/Divulgação Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "justica-anula-atos-administrativos-que-autorizam-uso-de-imoveis-para-ajudar-brb" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "justica-anula-atos-administrativos-que-autorizam-uso-de-imoveis-para-ajudar-brb" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}();
A Justiça do Distrito Federal anulou, nesta quarta-feira 4, os atos administrativos que autorizavam o uso de imóveis públicos e ativos de empresas estatais para capitalizar o Banco de Brasília, afetado por prejuízos decorrentes da compra de carteiras de crédito fraudulentas do Banco Master.
A decisão é do juiz Daniel Carnacchioni, da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, que considerou inconstitucionais dispositivos da lei distrital que autorizavam a operação.
O magistrado acolheu parcialmente duas ações que contestavam o uso do patrimônio de outras entidades públicas para socorrer o banco. Sancionada durante o governo de Ibaneis Rocha (MDB), a lei permitia a venda e a transferência de imóveis, além de seu uso como garantia em operações financeiras para capitalizar o BRB.
Segundo Carnacchioni, o interesse público na recuperação financeira do banco não autoriza o governo a dispor livremente dos bens de outras empresas estatais, sem observar as regras de governança e as competências societárias de cada uma.
O DF não pode tratar os patrimônios das empresas sob seu controle como um “conjunto indiferenciado de ativos, disponível para atender às necessidades financeiras de qualquer outra entidade integrante da administração”, afirmou o juiz.
A lei 7.845/2026 previa a utilização de nove imóveis do DF e de empresas estatais, como Terracap, Novacap, Companhia Energética de Brasília e Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Os bens poderiam ser vendidos, transferidos, oferecidos como garantia em empréstimos ou utilizados na estruturação de fundos de investimento.
O juiz também apontou que a legislação não demonstrou adequadamente o interesse público na destinação dos imóveis e não observou exigências da Lei Orgânica do DF para a desafetação de bens públicos, procedimento que altera sua finalidade original.
A decisão confirma a suspensão dos dispositivos, determinada em caráter provisório pelo próprio Carnacchioni em 16 de março.
No dia seguinte, porém, o desembargador Roberto Casemiro Belinati, primeiro vice-presidente do TJDFT, derrubou a liminar e restabeleceu a validade da lei. Em abril, o desembargador Rômulo de Araújo Mendes voltou a suspender a norma, após questionamento do Ministério Público.
A tentativa de capitalizar o BRB ocorreu após a crise provocada pelas operações com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. A Polícia Federal investiga a compra de carteiras de crédito sem lastro pela instituição pública.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Fique por dentro: Casal que desistiu de adoção e devolveu irmãos após 10 meses é condenado a pagar R$ 50 mil
A decisão destacou que os réus chegaram a responsabilizar o comportamento de uma das crianças pelo retorno ao abrigo e cogitaram a adoção […]
Fique por dentro: Justiça converte em preventiva prisão de médico suspeito de abusar de pacientes na Paraíba
A decisão foi tomada em audiência de custódia nesta quinta-feira (5).
Região: TSE admite ação do Novo contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder político
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.













