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Região: Lula diz que Flávio Bolsonaro copiou plano do governo para comprar dívidas

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 02:10
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Região: Lula diz que Flávio Bolsonaro copiou plano do governo para comprar dívidas
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A declaração se deu durante o debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23/10), a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais.

“Primeiro, quando ele fala que vai comprar dívidas de devedores, ele está copiando uma coisa que eu já mandei para o Senado, e ele sabe disso”, afirmou Lula.

O petista disse que a iniciativa prevê leilões com instituições financeiras para adquirir dívidas com descontos de até 95%. “Isso nós já fizemos, nós já fizemos”, acrescentou.

A proposta mencionada pelo presidente corresponde ao Desenrola Brasil 3.0, instituído pela Medida Provisória (MP) nº 1.393, de 25 de setembro de 2026. O texto está em vigor, mas ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional .

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A medida autoriza a União a comprar carteiras de dívidas com desconto mínimo de 90% e prevê até R$ 15 bilhões em recursos para as aquisições.

Flávio também defende a compra de dívidas de brasileiros, mas propõe condições adicionais.

O senador prometeu congelar os pagamentos por seis meses para pessoas físicas e por um ano para empresas, caso seja eleito. A proposta prevê a renegociação dos débitos com juros menores e prazos mais longos.

Lula também citou o perdão de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs), previsto em lei sancionada na quarta-feira (21/10).

“Como nós fizemos ontem, sabe, um perdão de quase R$ 15 bilhões, de 4 milhões de pessoas que estavam devendo uma dívida ativa com o governo”, declarou.

Segundo estimativas divulgadas pelo Executivo, a medida poderá beneficiar mais de 3,6 milhões de microempreendedores, com a remissão de mais de R$ 18,7 bilhões em débitos.

O presidente ainda defendeu a política econômica do governo e associou a redução da dívida pública ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

“Eu quero fazer a economia crescer, porque, quanto mais a economia crescer, mais a gente vai poder diminuir a dívida em relação ao PIB e gerar os empregos necessários”, afirmou.

#Belém#Política#Governo
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