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Região: Fleury (FLRY3) testa novas máximas; Vale (VALE3) pode cair ainda mais?

The post Fleury (FLRY3) testa novas máximas; Vale (VALE3) pode cair ainda mais?

Por InfoMoney 19 de outubro de 2026 às 15:04
Via InfoMoney
Região: Fleury (FLRY3) testa novas máximas; Vale (VALE3) pode cair ainda mais?
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Fleury ( FLRY3 ) e Vale ( VALE3 ) apresentam cenários técnicos opostos na Bolsa, com indicadores em regiões extremas. Enquanto a Fleury mantém uma forte tendência de alta, sustentada pelo fluxo comprador e pela renovação de máximas, a Vale aprofunda o movimento de queda, testa suportes importantes e já apresenta sinais de sobrevenda.

Na Fleury , o Índice de Força Relativa (IFR) alcançou 78,79 pontos , acima da referência de 70 , indicando uma condição de sobrecompra. No gráfico diário, a ação mantém uma sequência de topos e fundos ascendentes, negociando acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos e próxima da máxima recente de R$ 27,95 . Apesar da força compradora, o afastamento das médias e o indicador elevado aumentam a possibilidade de realização de lucros ou consolidação no curto prazo, sem comprometer, por enquanto, a tendência de alta. Em 2026 , FLRY3 acumula valorização de 84,11% e, nos últimos 12 meses , sobe 88,51% .

Na Vale , a configuração é predominantemente baixista. O IFR recuou para 28,49 pontos , abaixo da referência de 30 , colocando o papel em região de sobrevenda. No gráfico diário, a ação permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, dentro de um canal de baixa iniciado após a máxima de R$ 89,41 . A sequência de topos e fundos descendentes levou a cotação novamente à região de suporte em R$ 65,72 , reforçando a pressão vendedora. Embora o IFR mais pressionado possa favorecer repiques técnicos, ainda não há sinais consistentes de reversão, e a perda desse suporte pode ampliar o movimento de queda. Em 2026 , VALE3 acumula desvalorização de 5,72% , enquanto, nos últimos 12 meses , ainda registra alta de 16,91% .

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O Índice de Força Relativa (IFR) , ferramenta amplamente utilizada na análise técnica, mede a intensidade dos movimentos de preço em uma escala que varia de 0 a 100 . Leituras acima de 70 costumam sinalizar sobrecompra, enquanto níveis abaixo de 30 indicam sobrevenda.

Na prática, esse quadro sugere que a Fleury (FLRY3) pode atravessar um período de forte otimismo, enquanto a Vale (VALE3) enfrenta maior pressão vendedora — condição que, em determinados momentos, pode abrir espaço para movimentos de recuperação no curto prazo.

Também figuram na lista das ações em região de sobrecompra: Petrobras (PETR3), Petrobras (PETR4), Smart Fit (SMFT3) e Copel (CPLE3).

Na outra ponta, entre os papéis mais pressionados no momento, aparecem Weg (WEGE3), CSN Mineração (CMIN3), Usiminas (USIM5) e Tenda (TEND3), negociando em faixas técnicas consideradas mais frágeis.

A Fleury ( FLRY3 ) mantém uma tendência de alta acentuada no curto prazo, sustentada pela forte valorização das últimas semanas. No gráfico diário, o papel superou resistências importantes, passou a renovar máximas e permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando o predomínio comprador. Na última sessão, a ação recuou 0,51% , encerrando cotada a R$ 27,11 .

Apesar da estrutura positiva, a intensidade da valorização deixou o ativo bastante esticado. O IFR (14) atingiu 78,79 pontos , em região de sobrecompra, enquanto a cotação permanece afastada das médias móveis de curto prazo. Esse cenário aumenta a possibilidade de realização de lucros ou de uma correção técnica, especialmente após a rápida sequência de altas. Por enquanto, contudo, o gráfico não apresenta sinais consistentes de reversão, embora os últimos pregões indiquem uma acomodação dos preços próxima das máximas.

Para dar continuidade ao movimento de alta, considero importante a superação da resistência em R$ 27,95 , máxima recente do papel. O rompimento desse patamar pode fortalecer o fluxo comprador e abrir espaço para novas máximas. No sentido contrário, a perda da média móvel de 9 períodos, atualmente próxima de R$ 26,27 , seria um primeiro sinal de enfraquecimento, com a média de 21 períodos, em R$ 24,01 , como referência seguinte de suporte. Por ora, a tendência permanece de alta, mas o elevado nível de sobrecompra exige atenção a possíveis movimentos corretivos.

Resistências: R$ 27,95; R$ 29,50; R$ 30,30; R$ 32,80 e R$ 33,60. Suportes: R$ 26,25; R$ 24,00; R$ 21,30; R$ 20,10 e R$ 19,00.

A Vale ( VALE3 ) segue com uma configuração técnica negativa no curto prazo, após intensificar o movimento de queda e perder suportes importantes. No gráfico diário, o papel permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo o predomínio vendedor. Além disso, negocia dentro de um canal de baixa formado após a máxima de R$ 89,41 , registrada no início de 2026 , com uma sequência de topos e fundos descendentes. Na última sessão, a ação recuou 0,32% , encerrando cotada a R$ 66,21 , próxima das mínimas recentes.

O IFR (14) caiu para 28,49 pontos , entrando em região de sobrevenda e refletindo a intensidade da pressão vendedora. Embora esse patamar possa favorecer repiques técnicos ou uma acomodação dos preços após as perdas recentes, o gráfico ainda não apresenta sinais consistentes de reversão. A proximidade da cotação com a parte inferior do canal de baixa também merece atenção, especialmente diante da possibilidade de rompimento de novos suportes.

Para buscar uma recuperação, considero importante inicialmente a retomada das médias móveis de 9 e 21 períodos, atualmente próximas de R$ 67,82 e R$ 70,09 , respectivamente, seguida pela superação da resistência em R$ 74,27 . Acima desses níveis, o fluxo comprador pode ganhar força, com a média de 200 períodos, em R$ 77,51 , como referência adicional. No sentido contrário, a região de suporte entre R$ 65,72 e R$ 64,11 permanece decisiva. A perda dessa faixa pode intensificar o movimento vendedor e abrir espaço para novas mínimas, mantendo a tendência de baixa predominante.

Resistências: R$ 70,09 R$ 74,27; R$ 77,51; R$ 81,31 e R$ 83,35. Suportes: R$ 65,72; R$ 64,11; R$ 58,67; R$ 56,81 e R$ 54,75.

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