Região: Flávio Bolsonaro aposta em Paulista cheia para reagir à mobilização da esquerda e fim da 6x1
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Consulte formatos e valores disponíveisFlávio Bolsonaro aposta em Paulista cheia para reagir à mobilização da esquerda e fim da 6x1 Após concentrar a campanha em alianças políticas, senador tenta demonstrar força nas ruas em meio à reação de Lula e à redução da vantagem nas pesquisas eleitorais Flávio Bolsonaro: senador do PL volta para campanha de rua após diminuição da vantagem (Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro/Flickr)
Publicado em 17 de outubro de 2026 às 09h05 .
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Flávio Bolsonaro aposta em manifestações convocadas para domingo, 18, para demonstrar força política na reta final do segundo turno contra Lula. A mobilização ocorre após atos de apoiadores do presidente, mudanças na comunicação da campanha petista e uma redução da distância entre os candidatos em pesquisas eleitorais. O senador passou os primeiros dias após o primeiro turno negociando apoios de partidos e adversários derrotados.
Após quase dez dias de foco em agendas para atrair o apoio de candidatos derrotados no primeiro turno e de partidos políticos, o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) , deve voltar a apostar na campanha de rua para responder à mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à aprovação do fim da escala 6x1.
A principal aposta do senador é reunir uma multidão na Avenida Paulista , em São Paulo, no domingo, 18, e demonstrar força política a uma semana do segundo turno.
O ato integra uma série de manifestações convocadas por aliados do candidato, entre eles o deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) , sob o nome de "Bloquinho do 22".
A convocação ocorre após manifestações de apoiadores de Lula em diferentes cidades, uma reorganização da comunicação da campanha petista e pesquisas eleitorais que passaram a mostrar uma distância menor entre os dois candidatos.
No Datafolha divulgado na quinta-feira, 15, a diferença entre o senador e o petista caiu de quatro para dois pontos percentuais.
Desde o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio concentrou esforços em reuniões com lideranças partidárias e adversários derrotados, em busca de ampliar sua base de apoio. O senador recebeu o respaldo de partidos como PP, União Brasil, Republicanos e Podemos , além dos apoios de Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
A preocupação com a reação da esquerda passou a aparecer nos discursos do candidato. Na terça-feira, 13, durante um encontro com empresários no Clube Monte Líbano, em São Paulo, Flávio alertou apoiadores sobre a mobilização dos adversários e afirmou que a disputa ainda não estava decidida.
No mesmo evento, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) , pediu aos presentes que voltassem a vestir as camisas verde e amarela e participassem da manifestação na Paulista. O objetivo, segundo o prefeito, é superar o público reunido pelos apoiadores de Lula no mesmo local no domingo anterior.
A mudança de foco ocorre em meio a críticas de aliados à postura adotada pela campanha nos primeiros dias após o primeiro turno, diante da avaliação de que a vantagem nas urnas e nas pesquisas havia criado um ambiente de confiança excessiva.
A criação do canal no WhatsApp Exército de Lula, pelo deputado federal André Janones, também alertou o entorno de Flávio, que reagiu com a divulgação de um canal parecido do candidato do PL.
A reação da campanha petista começou após o resultado do primeiro turno, quando Flávio terminou a votação à frente de Lula. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente, uma diferença de aproximadamente 2,2 milhões de votos.
Desde então, o PT intensificou a mobilização da militância e promoveu mudanças na comunicação digital. As redes sociais do presidente passaram a divulgar novos formatos de conteúdo, incluindo vídeos verticais com mensagens direcionadas ao eleitorado.
A proposta de redução da jornada de trabalho também ganhou destaque após avançar no Senado nesta semana e se tornou um dos temas de confronto entre as campanhas.
Inicialmente, Flávio criticou a iniciativa e a classificou como uma medida eleitoral. Posteriormente, afirmou que votaria a favor da mudança, sob o argumento de que essa seria a vontade da maioria dos trabalhadores. Lula atribuiu a alteração de posicionamento do adversário à pressão das manifestações.
A proposta prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. A mudança foi aprovada pelo Senado em dois turnos na quarta-feira, 14, e ainda depende da promulgação da emenda constitucional, prevista para sexta-feira, 16.
Diante desse cenário, Flávio voltou a ampliar os compromissos de campanha fora de São Paulo e Brasília. Nesta semana, o senador cumpriu agendas no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. A campanha também busca mobilizar apoiadores em diferentes estados por meio dos atos do "Bloquinho do 22", convocados por Nikolas Ferreira e outros aliados.
A manifestação está marcada para domingo, 18 de outubro de 2026, em São Paulo, a uma semana do segundo turno da eleição presidencial. O horário não foi informado.
É o nome de uma série de manifestações convocadas por aliados de Flávio Bolsonaro para mobilizar apoiadores na reta final do segundo turno. Entre os responsáveis pelas convocações está o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
O senador busca ampliar a mobilização de apoiadores após concentrar os primeiros dias do segundo turno em articulações com partidos e candidatos derrotados. A estratégia também ocorre em resposta às manifestações de apoiadores de Lula e à reorganização da campanha petista.
Flávio recebeu o apoio de PP, União Brasil, Republicanos e Podemos, além dos candidatos derrotados Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%, segundo o TSE. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos a favor do senador.
Flávio criticou inicialmente a proposta, classificando-a como uma medida eleitoral. Posteriormente, declarou apoio à redução da jornada e votou a favor da PEC no Senado, em 14 de outubro.
O segundo turno está marcado para domingo, 25 de outubro de 2026, quando os eleitores escolherão entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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