Região: DIÁRIO DE BORDO
Ele, a quem coube, deixando consagrado em registros históricos, inaugurar todos os aeródromos do […]

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Consulte formatos e valores disponíveisSábado 17 do mês que antecede as eleições gerais para administrar a Nação. São nove (9) horas da manhã -SBGV- indicativo do aeroporto de Governador Valadares, que pela história de desbravador na aviação, leva o nome de meu pai, Coronel Altino Machado. Ele, a quem coube, deixando consagrado em registros históricos, inaugurar todos os aeródromos do leste mineiro. Algo que muito me orgulha. Neste dia e horário decolávamos no Cessna-182 RG, rumo aos grandes espaços de onde começa ou acaba o Brasil. Bem por isso, disse ao meu coração, Amazonia, lá vamos nós. E se por aqui sou filho dele, lá ele é meu pai, com promoções não tanto como as dele, mas de respeitáveis histórias similares. Ah sim, esquecido que ando, preciso dizer que em minha companhia no manche do PS-LRN, como bom piloto (aprendeu a voar em meu colo) e excelente companheiro, ia o Carlos Artiolli. Primeira parada após três seguidas horas um lugar antes chamado Mimoso do Sul e em tempos atuais, por decisão paterna em homenagem ao filho falecido, Luís Eduardo Magalhães. Dizem que hoje ostenta a maior renda per capita da Bahia. Vista do alto, senti a confirmação. Mas, no chão, sei não…ou então, aeroporto municipal, gestão de prefeitura, com desleixado prefeito. Terminal aeroportuário fechado, nem matador de sede tinha. Empadinha, coxinha ou qualquer outro fantasma salgadinho para espantar a fome, nem pensar. Porém, sacanagem nunca fica solteira, pagamos caro por parar a frente de um hangar, ali abastecer o avião, dar uma mijadinha para seguir em frente; coisa de 040 minutos. Duzentos e cinquenta paus e não havendo troco para 100, como disse o rapaz, 300. Fomos s’imbora logo, eita baianada esperta. Na bússola e GPS, novo destino, Marabá-PA. Mais 2 horas e qualquer coisa, nuvens pesadas no céu e uma fome “disgramada” na barriga. Sobrevivemos, hotelzinho bacana pertinho do aeroporto, onde uma simpática “fiscala” tinha sinalizado a parada do avião, bem contrário a quem veio dos céus, lá pertinho dos infernos. Pelo menos para mim que uso bengala com cuidados para não cair, assim me pareceu. Quanto a mim feliz me dei conta, por tantos comprimentos e afagos, que naquele magico portão amazônico, onde estivera vendo o lugar crescer para ocupar destaque na selva ocupada, muitos me reconheceram e manifestaram, dando início ao se referirem a mim, com o adjetivo de lenda. Um pouco assustei pensando que mais diziam pela idade, mas depois mais vaidoso, passei a ter prazer com isso. Domingo 18- Um Fiat Fast-Back alugado, Carlos ao volante, eu na cadeira da morte, seguimos ao encontro de parte de minha história, Serra Pelada. Em Curionópolis, antigo acampamento de alimento a sonhos e ilusões, já deu para notar a diaba da paradeira. Apesar de tanto desencanto, ao perceber que o maior empregador era a prefeitura municipal dirigida por amante das facilidades governamentais se deu a notar. Apesar da falta de trabalho e oportunidades, votos iriam para o recanto das bolsas. Entretanto, rever amigos chegados que jamais perderam a fé que sempre chego, para mim foi bom demais… Segunda-19. Programação também no aeroporto, que previsto para também, as nove horas, chegaria o candidato de oposição à presidência. A caldeira de segundo turno fervia…e como!!! Em confrontos televisivos e discurseiras, propostas vantajosas a Nação, não aconteciam e já se sabia que não viriam, mas ilusões criadas a interesses de votos e ou troca de coices entre os postulantes, já machucavam nossos ouvidos. Político não é de respeitar muito esse negócio de horário, atraso aconteceu, o candidato chegou passou por portão diferente onde era esperado, se mandou numa “porra” de caminhão doidão, com som a pleno em uma maluca carreata. Eu não vi nada… Nas estreitas ruas de Marabá tudo sumiu e não coube. Terça-20. No aeroporto para seguir viagem as 7.30 da manhã. Quem disse??? Essa irresponsabilidade de governos brasileiros sem maiores conhecimentos ou entendimentos em entregar concessões de aeroportos a exploradores estrangeiros, vai acabar dando uma merda generalizada. Elas sugam empresas que por sua vez escorcham usuários. E lá em Marabá, umbral da Amazonia, a capeta era espanhola. E eles disseram que não poderíamos sair antes das 13.30 que estavam em obras; que ninguém via nem sabia onde. Cheguei a argumentar, sem resultado, que obras em aeródromos na Amazonia, embora fantasmagóricas e invisíveis, a prioridade de execução seria sempre pela tarde, porque a aviação geral voar após o meio-dia nas proximidades do equador, podem estar certos que por condições meteorológicas o voo será desagradável, mas que fazer… De lá, como previsto, embaixo de temporal, duas horas e meia depois, chegamos a Morais de Almeida, Br-163, no Vale do Tapajós. Ponto alto da moderna expedição aérea. Nos recebia, bem molhados, Eduardo, que não por acaso tem apelido de Cowboy e sua maravilhosa esposa Katia. Pernoite após sagrado jantar regado a muito amor. Principalmente pelas adoráveis crianças, Daniel e Dani, um tanto de sentimentos como netinhos meus. Mais ainda por estar lá uma liderança de dimensão também amazônica, Leticia de alcunha Garimpeira. Muito bom vê-la… Quarta 21. Dez horas, rumo a Itaituba, segunda capital do Tapajós. Para pernoite e visita ao líder Ivo Lubrinna. Velho companheiro que junto a mim e Antônio Feijão, então operários constituintes, logramos colocar na Constituição Federal, a única profissão além dos óbvios advogados a nela constar; os garimpeiros nacionais. Achei, que como eu, ele meio caidaço. Quinta 22. Parada em Jacareacanga, ainda no Pará, para encontro com mundurucus afilhados e o velho companheiro também vindo das Minas e Gerais o muito conhecido por lá como Joãozão. Um abraço saudoso entre homens de fé. No almoço adveio inúmeros comprimentos de outras pessoas presentes e lá veio mais o adjetivo de Lenda. Decolagem as quize horas destino Alta Floresta – MT, para pernoite e visita única, no próprio aeroporto, a mais que velho amigo, William Metralha. Este seu conhecido apelido. Cortou minha vaidade tempos atrás. Quando alardeei minhas 24 mil horas de voo, ele veio de lá com humildade mostrando 34,500 horas. E lá, também se encontrava um moderno piloto todo charmoso e elegante saindo a operar um lindo tubo hélice. Eu e William sentados só ficamos mangando ele e avião. Porém decidimos que dormiríamos em Peixoto de Azevedo, ainda MT, para conhecermos de perto o sucesso garimpeiro em forma de cooperativa. Avisado a seu presidente, Gilson Camboim para lá seguimos, quer dizer a Matupá, pela inexistência de campo de pouso no destino. Neste resto de dia, 17 horas, acabaram por levar-me quase de volta ao Pará – Guaratã do Norte, divisa MT/PA. Onde pessoalmente encontrei velhos amigos do zap zap pessoalmente, como o casal Elizete e Marcelo, este geólogo, também colega colunista da Gazeta do Amapá. Sexta-feira 23. Dia de ficar extasiado e maravilhado com o Brasil e seus homens que com inteligência trabalham e produzem. Fui levado por Camboim a conhecer frentes mineradoras garimpeiras, com organizações tais que nunca conhecera. Essas mãos que agora escrevem, muito aplaudiram as organizações visitadas. Uma brutal comprovação de que quando se encontram, conhecimento, saber e honestos propósitos, tudo dá certo e funciona. Uma tonelada e meia ano, acompanhadas de um grande orgulho em serem garimpeiros. Aqueles mesmos que apaniguados de governo e ambiciosos para tomada dos tesouros descobertos tanto descriminam. Aqueles mesmos… Ainda 23, tempo tardio, não mais havendo prazo a chegar a longínqua terra valadarense resolvemos escalar Brasília-DF. Puta merda. A bagunça já começou com a gente ainda no ar e com muita vontade de ir ao banheiro após 4 horas de voo, vindo de Matupá. O controlador de voos já nos mandou dar uma volta nos quintos dos infernos. (Expressão mineira dos inconfidentes). Bem, sábado 24, após comida e hotel caríssimos, decolamos de volta ao Brasil. Já em voo disse a Carlos, amanhã eleições e o governo vai receber mais 4 anos. Velhos cansados, jovens e ainda a falta notada de carisma do opositor vão garantir-lhes continuidade. Domingo 25- ainda feliz por lenda e vida que Deus me proporcionou, em casa, sosseguei meu espírito navegador dos ares. O assunto repercutiu de forma expressiva em âmbito regional e nacional, mobilizando o debate público e a atuação de setores estratégicos.
De acordo com os elementos apurados pela equipe de reportagem, especialistas e analistas ressaltam que os fatores econômicos, institucionais e regulatórios ligados ao tema vêm sendo acompanhados com atenção redobrada. O cenário exige acompanhamento contínuo e medidas assertivas para esclarecer eventuais impactos para a sociedade e garantir a segurança das operações envolvidas.
Diante da relevância do fato, órgãos de fiscalização e autoridades competentes intensificaram os protocolos de acompanhamento. Diretrizes preventivas e procedimentos técnicos têm sido reforçados com o objetivo de assegurar a normalidade, o cumprimento da legislação vigente e o pleno atendimento aos padrões de qualidade exigidos.
A redação da Empire Cidades mantém cobertura dedicada aos desdobramentos deste caso, prestando serviço de utilidade pública e atualizando as informações à medida que novos comunicados oficiais e pareceres técnicos forem divulgados.
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