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Região: 10 perguntas e respostas sobre a Black Friday 2026

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 15:11
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Região: 10 perguntas e respostas sobre a Black Friday 2026
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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O maior evento de descontos de todo ano, a Black Friday, se aproxima e as lojas e marketplaces se preparam para uma série de ofertas, cupons, compras com frete grátis e pagamentos facilitados.

Com diversas opções e promoções, muitos consumidores podem ficar na dúvida sobre como funciona essa data.

Pensando nisso, o InfoMoney separou algumas perguntas e respostas que podem explicar melhor o que é a Black Friday, como surgiu, as melhores estratégias de compra e como se proteger de fraudes.

1. Quando é a Black Friday 2026? A Black Friday, conhecida por seus descontos durante o mês de novembro, é um dos principais eventos do comércio mundial, focado em alavancar as vendas para as festas de final de ano.

Como o próprio nome sugere, a Black Friday acontece em uma sexta-feira, mais especificamente, a última do mês de novembro — em 2026, será o dia 27 de novembro.

Na segunda-feira após o evento, dia 30 de novembro, acontece a Cyber Monday, data em que os principais descontos são para itens de tecnologia. Em 2026, a data coincide com o prazo final da primeira parcela do 13º salário.

A Black Friday foi inicialmente implementada nos Estados Unidos, em meio a uma curiosa análise do dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. A data comemorativa é celebrada toda última quinta-feira do mês de novembro e, na cultura norte-americana, esse mês já é o início das festas de fim de ano.

No final do século XIX, a cidade da Filadélfia costumava ficar lotada com consumidores que buscavam suas compras para o final do ano, congestionando todo o fluxo. Os comerciantes decidiram testar se descontos expressivos impulsionariam mais as vendas em uma época na qual, naturalmente, as pessoas estariam mais aptas a gastar — e deu certo.

A prática se consolidou na década de 1960, que batizou a data oficialmente de Black Friday, na tradução livre, ficaria “Sexta-feira Negra”. O “black” se refere ao lucro das empresas após sair do vermelho.

No Brasil, a primeira edição da Black Friday aconteceu em 2010. Atualmente, o mercado brasileiro é um dos principais focos das empresas multinacionais, com uma grande base de consumidores.

Em geral, o evento de descontos garante boa parte dos produtos por até 50% abaixo do preço normal. Algumas empresas podem oferecer reduções maiores.

Mesmo com datas marcadas, diversas lojas e empresas aproveitam para oferecer descontos ao longo de todo o mês, com algumas novidades nesses dias em específico. Em 2026, por exemplo, a data dupla 11/11 também promete descontos massivos.

Entre os produtos mais procurados, estão eletrodomésticos, eletrônicos e itens para casa, aproveitando outros benefícios como frete grátis e cashback.

As promoções acontecem em lojas físicas ou online, mas vale lembrar que nem todo comércio adere a esse evento.

Especialistas indicam monitorar preços promocionais, utilizando sites comparadores de preço, como Zoom e Buscapé. Nesse caso, pode ser interessante observar o histórico de preços dos últimos 40 ou 60 dias, para verificar se a loja aumentou o preço na semana passada apenas para baixar na Black Friday — a famosa “metade do dobro”.

Além disso, desconfie de ofertas milagrosas e sites duvidosos, não acredite somente nos anúncios. Muitos colocam 50% OFF, ao pesquisar é possível conferir se o desconto é verdadeiro.

Para especialistas, sim, desde que o consumidor tenha feito uma pesquisa criteriosa. Pesquise o histórico de preços do que você deseja comprar, e, de preferência, deixe no carrinho, para acompanhar a oscilação dos preços.

Comprar produtos antes da Black Friday pode garantir certos descontos que a própria data não oferece ou cupons que acabam mais rápido no dia do evento.

Se uma oferta aparecer e entrar no orçamento, é uma boa oportunidade a se seguir.

Mesmo com grandes descontos, é importante saber dar um passo para trás antes de comprar algo para manter as finanças pessoais no azul depois da temporada de promoções e festas de final de ano.

Antes de sair olhando as ofertas, o planejador financeiro e especialista em investimentos, Jeff Patzlaff, sugere que o consumidor sente-se e seja brutalmente honesto consigo mesmo no que é realmente preciso trocar ou comprar, montando uma lista.

Além disso, definir um orçamento com base no que o limite do cartão de crédito permite, sem comprometer contas essenciais, é uma medida fundamental.

Vale ainda conferir as opções mais vantajosas de produtos e também de pagamentos, à vista ou parcelado sem juros, afinal de contas, podem ter muitas vantagens à vista e pontos em cartões.

A planejadora financeira Daniele Cardoso, consultora de investimentos e sócia da Fórum Investimentos, revela algumas dicas que podem ajudar a não sofrer prejuízos na Black Friday.

A recomendação principal se refere à atenção a alguns detalhes simples, mas que podem fazer diferença para uma compra segura.

Ela alerta ainda que muitas empresas fazem anúncios de promoções enganosas, em que ofertam desconto somente na tela do anúncio.

Um dos maiores problemas da Black Friday é o aumento artificial de preços antes da data. A inteligência artificial (IA) ajuda a descobrir se uma oferta realmente vale a pena, ao analisar rapidamente o comportamento de preço de um item ao longo dos meses.

“Pesquise o histórico de preços do [produto X] nos últimos 3, 6 e 12 meses. Compare o valor atual com essas médias e me diga: (1) se o preço da Black Friday é realmente vantajoso, (2) qual foi o menor preço do período, (3) qual a previsão de queda com base na tendência do varejo. Resuma em um veredito final: comprar agora, esperar ou evitar.”

É possível ainda pedir para o ChatGPT listar cupons ou as melhores ofertas de marketplaces específicos. Veja mais prompts para usar na Black Friday.

O Pix se mostrou como a forma de pagamento mais utilizada pelos consumidores na Black Friday 2025. Segundo especialistas, isso se dá pela popularização desse formato, especialmente com o formato de Pix Parcelado.

Algumas empresas também possuem parcerias com bancos que permitem descontos maiores, ou cashback e acúmulo de pontos ao utilizar cartões ou ferramentas específicas.

No entanto, o Pix nem sempre é uma alternativa mais vantajosa do que o cartão de crédito, que ainda pode ser interessante para diversos consumidores.

O preço final oferecido por cada forma de pagamento deve ser um dos pontos de atenção na hora de decidir o método de compra. Isso porque é importante levar em conta os benefícios extras oferecidos em cashbacks e programas de pontos.

Seja por cartão, Pix ou até mesmo boleto, as compras da Black Friday não podem ultrapassar o orçamento definido anteriormente e devem ser feitas com base na possibilidade de pagar as parcelas eventualmente, evitando a inadimplência.

#Economia#Belém
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