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Panorama: Sem título

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 27 de outubro de 2026 às 18:50
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Panorama: Sem título
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Satélite Neil Gehrels Swift, da NASA, orbita a Terra há mais de 20 anos estudando o universo Imagem: Laboratório de Imagens Conceituais do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O telescópio espacial Neil Gehrels Swift da Nasa vai reentrar na atmosfera da Terra de forma descontrolada nas próximas semanas. A confirmação foi detalhada no blog da missão espacial após o encerramento definitivo das observações astronômicas.

O satélite da Nasa vai reentrar na atmosfera terrestre sem controle de rota após ter sua altitude reduzida a 275 km. A maior parte do equipamento deve se queimar com o atrito do ar, mas pequenos fragmentos podem sobreviver à queda.

A trajetória orbital indica que os destroços do satélite podem cair entre o centro do México e a América do Sul. Especialistas da agência espacial reforçam que o risco de causar danos a pessoas em áreas habitadas é extremamente baixo.

A reentrada do equipamento se tornou inevitável após o cancelamento de uma manobra comercial de resgate orbital. Segundo a Nasa, a agência e a empresa Katalyst Space desistiram de usar a nave robótica LINK para elevar a órbita do satélite.

O telescópio realizou sua última observação científica no dia 20 de outubro de 2026. Nessa altitude baixa, a resistência da atmosfera impede manter os instrumentos apontados com estabilidade para o universo.

Lançado em novembro de 2004 para operar por apenas dois anos, o observatório funcionou por quase 22 anos no espaço. De acordo com o balanço publicado na Nasa Science, a missão detectou mais de 2.000 explosões de raios gama e gerou cerca de 7.000 artigos científicos.

Em 2005, o Swift captou pela primeira vez o brilho de um estalo curto de raios gama no cosmos. A descoberta confirmou a teoria astronômica de que esses flashes nascem da colisão entre duas estrelas de nêutrons.

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