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Panorama: Rio de Janeiro registra 211 casos de Mpox em 2026

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 14:32
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Panorama: Rio de Janeiro registra 211 casos de Mpox em 2026
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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> copiar link --> Entre os principais sintomas da doença estão febre, dores no corpo e lesões na pele, que podem evoluir para bolhas Reprodução/WHO PODER360 1.nov.2026 (domingo) - 11h32 Priorize o Poder no Google O Estado do Rio de Janeiro registrou 211 casos confirmados de Mpox até este domingo (1º.nov.2026), segundo dados do Cievs-RJ (Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde). São 77% mais casos do que em todo o ano de 2025, quando 119 foram confirmados.

A SES-RJ (Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro) declarou em nota que acompanha a evolução do cenário de perto. Outros 119 casos suspeitos da doença ainda estão em investigação.

Nos últimos 2 meses, a capital fluminense confirmou 74 infecções, segundo dados do Observatório Epidemiológico do município do Rio. No mesmo período de 2025, 10 casos haviam sido registrados.

Na última 6ª feira (30.out), o deputado federal Daniel Soranz (PSD-RJ), ex-secretário municipal de Saúde do Rio e presidente da Frente Parlamentar da Vacina no Congresso Nacional, usou seu perfil no X para pedir a ampliação da vacinação contra a Mpox. “Já vivemos momentos piores, então não é motivo para pânico. Mas precisamos ficar em alerta e atentos ao diagnóstico precoce”, declarou.

A Mpox é causada pelo vírus monkeypox e transmitida principalmente por meio do contato direto e prolongado com as lesões de pele de uma pessoa infectada. A transmissão também se dá por gotículas respiratórias em conversas próximas e pelo contato com fluidos corporais. O contato com objetos e superfícies contaminadas, como roupas de cama e toalhas, representa outra forma de contágio.

As autoridades de saúde informam que os primeiros sintomas aparecem de 3 a 21 dias depois da exposição ao vírus. Os sinais iniciais mais comuns são:

Depois de alguns dias do início da febre, surgem lesões na pele. Elas começam como manchas que evoluem para bolhas. Posteriormente, as bolhas formam crostas antes de cicatrizar. Outros sintomas incluem fraqueza.

A prevenção da Mpox envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença, especialmente lesões na pele ou nas mucosas.

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