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Panorama: Novo filme de Aaron Sorkin expõe bastidores das redes sociais

Dirigido por Aaron Sorkin, o longa aborda denúncias relacionadas ao funcionamento do Facebook e às consequências das decisões tomadas por empresas de tecnologia

Por Redatores da Empire Cidades 25 de outubro de 2026 às 11:50
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Panorama: Novo filme de Aaron Sorkin expõe bastidores das redes sociais
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Logo compartilhamento facebook Logo compartilhamento linkedin Logo compartilhamento whatsapp Logo compartilhamento telegram Logo Compartilhar E-mail Os bastidores das grandes plataformas digitais voltam a ganhar espaço no cinema com a estreia de O Outro Lado das Redes, que chegou às salas brasileiras nesta quinta-feira (22).

Dirigido por Aaron Sorkin, o longa aborda denúncias relacionadas ao funcionamento do Facebook e às consequências das decisões tomadas por empresas de tecnologia.

A produção reúne Mikey Madison, Jeremy Allen White e Jeremy Strong em uma história que coloca em destaque o papel das redes sociais na sociedade contemporânea.

A trama acompanha Frances Haugen, engenheira que trabalhou no Facebook, e o jornalista Jeff Horwitz.

Os dois personagens se envolvem na divulgação de informações sobre o funcionamento interno da plataforma e suas práticas empresariais.

A narrativa aborda os desafios de expor informações sensíveis envolvendo uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.

O filme combina elementos de drama e investigação para discutir questões relacionadas à transparência corporativa, ao acesso à informação e à responsabilidade das plataformas digitais.

Mikey Madison interpreta Frances Haugen, personagem central da história.

Jeremy Allen White vive o jornalista Jeff Horwitz, enquanto Jeremy Strong também integra o elenco.

A reunião de atores conhecidos por produções de grande repercussão contribui para a expectativa em torno do lançamento.

O filme tem duração aproximada de uma hora e 52 minutos.

O diretor e roteirista Aaron Sorkin já explorou o surgimento do Facebook em A Rede Social, lançado em 2010.

Naquela produção, o foco estava na criação da plataforma e nas disputas envolvendo seus fundadores.

Agora, a nova história se concentra em questionamentos sobre as consequências da expansão das redes sociais e os efeitos de suas decisões sobre os usuários.

Embora os dois filmes abordem a mesma empresa, os períodos históricos e os conflitos apresentados são diferentes.

A narrativa é inspirada em denúncias e investigações envolvendo o Facebook.

Em 2021, a ex-funcionária Frances Haugen tornou públicos documentos internos da empresa e apresentou críticas sobre a forma como a plataforma lidava com questões relacionadas à segurança e ao impacto de seus serviços.

As revelações alimentaram debates internacionais sobre regulação, transparência e responsabilidade das redes sociais.

Como ocorre em dramatizações cinematográficas, é importante distinguir os acontecimentos documentados das escolhas narrativas utilizadas para construir a história.

Questões relacionadas à moderação de conteúdo, privacidade e transparência continuam presentes nas discussões sobre o setor.

Ao transformar essas controvérsias em uma produção cinematográfica, o filme aproxima o público de temas que muitas vezes aparecem apenas em reportagens e documentos técnicos.

A estreia também reforça o interesse de Hollywood por histórias que exploram os impactos sociais e políticos da tecnologia.

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