Panorama: Fiat confirma Grizzly no Brasil e sela destinos de Pulse e Fastback
A marca confirmou planos de produzir o Grizzly e o Grizzly Fastback no país a partir de 2027 para, com isso, ter mais força na briga contra os chineses.
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Consulte formatos e valores disponíveisPrefira o CT no Google Divulgação/Stellantis A Fiat prepara uma mudança importante em sua linha de SUVs no Brasil, e ela vai impactar diretamente o destino de dois dos carros mais vendidos da marca atualmente: Pulse e Fastback. A marca confirmou planos de produzir o Grizzly e o Grizzly Fastback no país a partir de 2027 para, com isso, ter mais força na briga contra os chineses.
A chegada da dupla, porém, não significa que o Pulse e o Fastback atuais deixarão as concessionárias imediatamente. A estratégia da Fiat prevê a convivência entre as gerações, com preços e propostas diferentes, seguindo uma lógica semelhante à que a fabricante adotará com o Argo e o futuro Argo X.
Os novos modelos serão produzidos em Betim (MG) e ocuparão uma faixa superior à dos SUVs atuais da marca. A proposta é ampliar a presença da Fiat em um segmento de maior porte e valor agregado, enquanto o Fastback e o Pulse atuais continuam atendendo consumidores que buscam alternativas mais acessíveis.
A cabine também deve representar uma evolução em relação aos modelos atuais, com duas telas de 10,25 polegadas e acabamento mais refinado. A proposta é oferecer mais espaço e tecnologia para competir em uma categoria que vem recebendo modelos chineses com interiores cada vez mais sofisticados.
A expectativa é que os novos SUVs cheguem ao mercado brasileiro com motorização híbrida, mas a Fiat ainda não detalhou oficialmente todas as configurações destinadas ao país. Uma das possibilidades citadas é o motor 1.3 turbo flex com sistema híbrido leve de 48 volts, que posicionaria a dupla acima dos conjuntos eletrificados mais simples oferecidos atualmente pela marca.
Enquanto isso, o Pulse e o Fastback atuais devem continuar com o motor 1.0 turbo flex associado ao sistema híbrido leve de 12 volts, mantendo uma faixa de preço inferior. Essa divisão ajudaria a Fiat a renovar sua gama gradualmente, sem abrir mão de modelos que seguem relevantes nas vendas e sem colocar todas as novidades na mesma faixa de mercado.
A chegada da "família Grizzly", aliás, não deve ser a única novidade da montadora italiana, já que a Fiat quer "ressuscitar" um SUV icônico para encarar os rivais chineses.
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