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Panorama: Educação, moradia e trabalho motivam protestos na Europa e América do Sul

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Metrópoles 17 de outubro de 2026 às 07:30
Via Metrópoles
Panorama: Educação, moradia e trabalho motivam protestos na Europa e América do Sul
Foto: Foto: Metrópoles
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Jerome Gilles/NurPhoto / Getty Images Uma onda de protestos por educação, moradia e trabalho tomou as ruas da Europa e da América do Sul nesse segundo semestre de 2026.

Conflitos são registrados na Albânia, na França, na Itália, na Espanha e na Bélgica, no Velho Continente, e na Colômbia, na Argentina e no Chile, no continente americano.

Apesar de pautas diferentes, as manifestações têm a mesma raiz: o desgaste da população com cortes de gastos públicos, serviços precários, além do aumento do custo de vida.

Na Albânia , por exemplo, o movimento entrou no quarto dia seguido na sexta-feira (16/10). Milhares de jovens marcharam em Tirana, capital do país, pedindo a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Liderado por estudantes, o grupo denuncia corrupção, falta de investimento na educação e a venda de áreas preservadas do litoral para a construção de um resort de luxo de 1,4 bilhão de euros ligado a Jared Kushner, genro de Donald Trump.

O que começou como ato pacífico há mais de 130 dias se tornou violento. Ao menos 89 pessoas ficaram feridas, sendo 61 policiais.

🇦🇱 | EN VIVO: Estudiantes albaneses protestan por los costos de la educación y hay enfrentamientos con la policía. https://t.co/4rKksoYKgk

— Alerta News 24 (@AlertaNews24) October 16, 2026

Na França, os protestos de alunos do ensino médio completam um mês. A crise começou na segunda quinzena de setembro em um colégio de Créteil, na região de Paris, por falta de professores e estrutura precária.

Os relatos são de turmas com mais de 35 alunos, teto com goteira e carga horária excessiva.

Em 1º de outubro, mais de mil escolas já estavam afetadas. No dia 6 de outubro, 256 mil pessoas foram às ruas, segundo o Ministério do Interior.

A tensão aumentou após a ação policial. Em Lens, no dia 5 de outubro, um estudante de 15 anos perdeu a mão após a explosão de uma granada de efeito moral.

O ministro do Interior, Laurent Nuñez, suspendeu o uso do artefato nos atos estudantis. Mais de 6,5 mil pessoas foram detidas desde o início do movimento.

#Internacional#Educação
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