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os trunfos do Coritiba para encerrar jejum de vitórias no Brasileirão — Pedro Morisco e bola parada

Pedro Morisco analisa derrota do Coritiba: "Em um erro, eles aproveitaram" 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no W

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 07:00
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os trunfos do Coritiba para encerrar jejum de vitórias no Brasileirão — Pedro Morisco e bola parada
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Belém — Novos desdobramentos indicam que contra o Grêmio, Coritiba tenta encerrar jejum de vitórias As defesas de Pedro Morisco, a possibilidade de proteger melhor a área com linhas compactas e as jogadas de bola parada são recursos que o Coritiba pode aproveitar para reagir no Campeonato Brasileiro.

O caso chamou atenção recentemente no município de Belém e região. Pedro Morisco analisa derrota do Coritiba: "Em um erro, eles aproveitaram" 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O time, porém, ainda precisa transformar essas alternativas em resultados: são seis jogos sem vitória, com cinco gols marcados e 16 sofridos no período. Com 39 pontos, na 12ª posição, o Coxa tem sete de vantagem sobre o Internacional, primeiro time na zona de rebaixamento. A defesa concentra o principal alerta: são 49 gols sofridos, a segunda pior marca da Série A. Para interromper a sequência negativa, Fernando Seabra precisa reduzir a exposição da equipe sem comprometer a capacidade de criar e concluir as jogadas ofensivas. Pedro Morisco, goleiro do Coritiba Paulo De Tarso/AGIF Morisco evita placares mais elásticos A atuação de Pedro Morisco contra o Atlético-MG ilustra a importância do goleiro no momento atual. Na derrota por 1 a 0, na Arena MRV, ele fez defesas importantes e evitou que o Coritiba saísse de campo com um resultado mais amplo. O desempenho individual ajuda a manter o time competitivo, mas também expõe um problema coletivo. Quando o goleiro precisa intervir repetidamente, é sinal de que o adversário tem encontrado espaços para finalizar. O Coxa sofreu gols em 11 partidas consecutivas. A recuperação passa, portanto, por diminuir a exposição de Morisco. Suas defesas podem evitar derrotas mais elásticas, mas não substituem uma estrutura defensiva capaz de limitar as oportunidades dos rivais. Coritiba liga sinal de alerta para reta final de Brasileirão Bloco baixo busca reduzir os espaços No empate por 1 a 1 com o Botafogo, no Couto Pereira, Fernando Seabra adotou uma postura mais conservadora para proteger a defesa. O treinador reconheceu a necessidade de recuar algumas etapas e fazer menos coisas, mas executá-las melhor. A mudança responde aos problemas recentes. Com 16 gols sofridos em seis partidas, o Coritiba precisa diminuir a frequência com que é ameaçado. Linhas mais próximas podem reduzir os espaços entre defesa e meio-campo, dificultando as infiltrações e obrigando os adversários a buscar outras alternativas para atacar. A estratégia, no entanto, exige equilíbrio. Se recuperar a bola e não conseguir avançar, o time corre o risco de devolver a posse rapidamente e passar boa parte da partida defendendo. Para funcionar, o bloco baixo precisa estar associado a uma saída de bola eficiente, capaz de aliviar a pressão e permitir que a equipe avance no campo. Tiago Cóser cabeceia para abrir o placar para o Coritiba contra a Chapecoense JP Pacheco / Coritiba Bola parada e construção ofensiva Escanteios e faltas laterais podem ampliar as alternativas de ataque quando o time encontra dificuldades para criar pelo chão. O jogo aéreo permite levar a bola à área com menos passes, mas sua efetividade depende da qualidade das cobranças e da movimentação dos jogadores. A bola parada, portanto, pode diversificar os caminhos para o gol, mas não resolve sozinha a baixa produção ofensiva. Com apenas cinco gols nas últimas seis partidas, o Coritiba também precisa melhorar a construção das jogadas, encontrar espaços entre as linhas adversárias e transformar as chegadas ao ataque em finalizações mais perigosas. O desafio é fazer a proteção defensiva e a produção ofensiva funcionarem em conjunto. Recuar para reduzir os espaços pode ajudar a equipe a sofrer menos, mas não será suficiente se o time continuar com dificuldades para manter a posse e chegar à área adversária. Coritiba empata com o Botafogo e chega a cinco jogos sem vitória Ajustes à prova no Couto Os jogos contra Grêmio e Vitória, no Couto Pereira, são oportunidades para interromper o jejum e ampliar a distância para a zona de rebaixamento. Mais do que o mando de campo, o contexto exige evolução nos dois aspectos que mais pesaram na sequência negativa: a proteção defensiva e a capacidade de transformar ataques em gols. Deste modo, a reação depende de conceder menos chances e aproveitar melhor as oportunidades criadas, a fim de fazer esses recursos contribuírem para algo que ainda falta nas últimas seis rodadas: uma vitória. O Coritiba encara o Grêmio na segunda-feira, às 19h30 (de Brasília), no Couto Pereira, pela 32ª rodada. O ge acompanha em Tempo Real. Mais notícias do esporte paranaense no ge.globo/pr

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