o que cada um propõe para o preço da gasolina, do diesel e da conta de luz? — Lula x Flávio Bolsonaro
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Consulte formatos e valores disponíveisLula x Flávio Bolsonaro: o que cada um propõe para o preço da gasolina, do diesel e da conta de luz? Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam propostas distintas para tentar reduzir esses custos, com medidas diferentes para a gasolina, o diesel e a conta de luz. Eleições 2026: Nem Lula e nem Flávio detalham metas númericas para o preço dos combustíveis (Ricardo Stuckert / PR | Saulo Cruz/Agência Senado )
Publicado em 23 de outubro de 2026 às 08h00 .
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam propostas diferentes para reduzir os preços dos combustíveis e da energia elétrica nas eleições de 2026. Lula defende manter a política de preços da Petrobras, ampliar investimentos e fortalecer programas de combate à pobreza energética. Flávio propõe reduzir impostos sobre combustíveis e eletricidade, além de revisar encargos e subsídios do setor elétrico. Nenhum dos dois programas estabelece metas numéricas para a redução do preço da gasolina, do diesel ou da conta de luz.
O preço dos combustíveis e da energia elétrica está entre os temas que afetam diretamente o orçamento das famílias brasileiras.
No segundo turno das eleições de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam propostas para tentar reduzir esses custos, com medidas diferentes para a gasolina, o diesel e a conta de luz.
Os dois candidatos registraram seus programas de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com as diretrizes que pretendem implementar em um eventual mandato de 2027 a 2030.
Lula defende manter a estratégia de reduzir a exposição dos preços dos combustíveis às oscilações internacionais e ampliar a discussão sobre o barateamento da energia elétrica. Flávio propõe reduzir impostos sobre energia e combustíveis e rever encargos e subsídios que compõem a tarifa de eletricidade.
O programa de governo de Lula prevê a continuidade da política de preços da Petrobras e de medidas para reduzir a volatilidade dos combustíveis no mercado interno.
O documento afirma que a política de preços da estatal, combinada a subvenções governamentais, contribuiu para diminuir a transmissão das oscilações internacionais do petróleo aos preços domésticos.
Para o próximo mandato, a proposta é continuar atuando para reduzir os efeitos de choques externos sobre o mercado brasileiro.
A estratégia também inclui ampliar os investimentos da Petrobras em exploração de petróleo, refino e derivados.
O programa prevê ainda o retorno da estatal ao segmento de distribuição de combustíveis, além da expansão da infraestrutura de transporte de gás natural.
O plano, porém, não estabelece um valor específico para a redução do litro da gasolina ou do diesel, nem apresenta uma meta de preço para os combustíveis nas bombas.
Outra frente é ampliar a produção e o uso de combustíveis de menor intensidade de carbono, como etanol, biodiesel, biometano e diesel verde.
O programa prevê dar continuidade à política de incentivo aos biocombustíveis e aprimorar o RenovaBio , iniciativa federal voltada à expansão da produção e do uso desses combustíveis.
A proposta está relacionada à transição energética e à redução da dependência de combustíveis fósseis. O documento não fixa, entretanto, uma redução específica no preço da gasolina ou do diesel como resultado dessas medidas.
Na área de energia elétrica, o programa de Lula prevê ampliar os investimentos em geração, transmissão e armazenamento de energia, além de discutir medidas para baratear a conta de luz de residências e empresas
O documento relaciona a redução dos custos à chamada justiça tarifária e à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do setor elétrico. A proposta também prevê ampliar o uso de fontes renováveis e reforçar a infraestrutura de transmissão.
Outra medida destacada é o Luz do Povo , programa que ampliou a gratuidade da energia para famílias elegíveis inscritas no Cadastro Único, com consumo mensal de até 80 quilowatts-hora (kWh), conforme as regras da política de Tarifa Social.
O plano prevê dar continuidade ao enfrentamento da pobreza energética, com iniciativas voltadas à população de baixa renda e à ampliação do acesso à eletricidade.
O programa de governo de Flávio Bolsonaro prevê reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis como parte de uma estratégia para diminuir os custos das famílias e das empresas.
A proposta está incluída no eixo chamado Brasil Mais Barato , que reúne medidas para reduzir a carga tributária sobre o consumo e alterar a estrutura de impostos no país.
O documento afirma que a redução dos tributos deve contribuir para diminuir os preços pagos pelos consumidores, inclusive na bomba dos postos. No entanto, o programa não informa quanto os impostos sobre a gasolina e o diesel seriam reduzidos, nem estabelece um valor para o litro dos combustíveis.
Na área de infraestrutura, Flávio também propõe modernizar o refino, ampliar o transporte de combustíveis e gás natural e incentivar o aproveitamento da produção nacional de petróleo e gás.
O plano prevê ainda estimular o transporte de combustíveis para o Centro-Oeste por modais considerados mais baratos do que o rodoviário. A proposta busca reduzir custos logísticos e ampliar a infraestrutura de distribuição.
Para a energia elétrica, Flávio propõe simplificar a composição da conta de luz por meio da revisão de encargos e subsídios cruzados que incidem sobre a tarifa.
O programa prevê a redução gradual da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial que financia políticas públicas do setor elétrico, e dos incentivos destinados a determinadas fontes de energia.
O documento afirma que a Tarifa Social será mantida.
Outra medida é reduzir os impostos sobre a eletricidade e buscar o menor preço final possível para os consumidores.
O plano também prevê ampliar a infraestrutura de transmissão, incentivar investimentos privados e criar um programa de armazenamento de energia com baterias de grande porte.
A intenção é aumentar a segurança do abastecimento e ampliar o aproveitamento das fontes renováveis.
O programa não apresenta uma estimativa de quanto a conta de luz poderá diminuir com as mudanças propostas.
Os dois programas apresentam propostas para reduzir os custos de energia, mas partem de instrumentos diferentes.
Lula defende manter a política de preços da Petrobras e medidas para amortecer os efeitos das oscilações internacionais sobre os combustíveis.
Na energia elétrica, propõe-se discutir o barateamento das tarifas, ampliar investimentos e dar continuidade às políticas de combate à pobreza energética.
Flávio Bolsonaro propõe reduzir impostos sobre combustíveis e energia elétrica, rever encargos e subsídios do setor e ampliar investimentos privados em infraestrutura e armazenamento.
Em ambos os casos, os programas apresentam diretrizes para reduzir custos, mas não estabelecem metas numéricas para o preço da gasolina, do diesel ou para a redução média da conta de luz durante um eventual mandato.
Lula propõe manter a política de preços da Petrobras, reduzir os efeitos das oscilações internacionais do petróleo sobre os combustíveis no Brasil e ampliar investimentos em exploração, refino e distribuição. O programa não estabelece uma meta de redução para o preço do litro da gasolina ou do diesel.
Flávio Bolsonaro propõe reduzir impostos sobre gasolina, diesel e outros combustíveis, além de modernizar o refino e ampliar a infraestrutura de transporte e distribuição. O programa não detalha quanto os tributos seriam reduzidos nem define um preço para os combustíveis nos postos.
O programa de Lula prevê discutir medidas para baratear as tarifas de energia elétrica, ampliar investimentos em geração, transmissão e armazenamento e dar continuidade às políticas de combate à pobreza energética. O plano também destaca o Luz do Povo, que garante gratuidade para o consumo mensal de até 80 kWh de famílias elegíveis, conforme as regras da Tarifa Social.
Flávio Bolsonaro propõe reduzir impostos sobre a eletricidade, revisar encargos e subsídios cruzados e diminuir gradualmente a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O programa também prevê incentivar investimentos privados e ampliar o armazenamento de energia com baterias de grande porte.
Não. Segundo o programa de governo apresentado, Flávio Bolsonaro pretende manter a Tarifa Social de Energia Elétrica, apesar de propor a revisão de encargos e subsídios que compõem a conta de luz.
Lula prioriza a continuidade da política de preços da Petrobras, investimentos no setor energético e programas sociais para reduzir o impacto dos custos sobre as famílias. Flávio Bolsonaro concentra suas propostas na redução de impostos, na revisão de encargos e subsídios e no incentivo a investimentos privados em infraestrutura.
Não há garantia de redução específica dos preços. Os dois programas apresentam medidas para diminuir custos, mas não estabelecem metas numéricas para o litro da gasolina, o diesel ou a conta de luz. Os resultados dependeriam da implementação das propostas e de fatores como tributação, custos de produção, mercado internacional e condições do setor energético.
A disputa está tecnicamente empatada pela margem de erro do levantamento. A diferença entre os candidatos aumentou, dentro da margem de erro, em relação ao levantamento anterior
Debate entre Lula e Flávio Bolsonaro acontece na sexta-feira, 25, com duração prevista de duas horas
O debate será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, e ocorrerá dois dias antes da votação do segundo turno, marcada para domingo, 25 de outubro
Em votos válidos, a diferença entre os dois candidatos seguiu a mesma na comparação com o levantamento anterior
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