Maranhense por adoção — PH
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Consulte formatos e valores disponíveisGaúcha bonita e de grande charme, Daniela Fecury não demorou a se tornar uma maranhense por adoção e hoje é figura de grande destaque no universo feminino da vida social de São Luís. E é destaque de Capa da edição deste fim de semana do PH Revista ---------------------------------------------------------
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Escaldados com as críticas que sofreram depois do debate na Band, o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro melhoraram a performance, mas ainda ficaram distantes de encantar os eleitores indecisos ou os que pretendem votar nulo ou em branco.
A boa ideia de forçar os candidatos a fazerem perguntas sobre as regiões não foi devidamente aproveitada, especialmente por Lula.
Sorteado para perguntar sobre a região Sudeste, Lula questionou Flávio sobre o aumento do salário mínimo. Na hora de perguntar sobre o Sul, perdeu a oportunidade de falar dos recursos liberados por seu governo para enfrentamento das enchentes e perguntou sobre reajuste dos benefícios da Previdência.
Na resposta, Flávio prometeu reajustar os benefícios acima da inflação e usou o resto do tempo para dizer uma inverdade — que Lula abandonou os gaúchos e não entregou nem um terço do que prometeu. Como já tinha terminado seu tempo, Lula não teve como contestar nem como mostrar o que seu governo fez pelo Rio Grande do Sul durante a enchente.
Flávio mostrou-se mais ágil no raciocínio, mas não disse de onde sairão os recursos para bancar as promessas que fez, nem o que será cortado com seu prometido tesouraço, que Lula comparou à motosserra de Javier Milei na Argentina.
O presidente pediu ao adversário que explicitasse quais as políticas de Milei que pretende adotar no Brasil e Flávio desconversou dizendo que o argentino encontrou o país quebrado pela esquerda, usando a expressão “vocês”, como se Lula fosse responsável pela crise no país vizinho.
Quando perguntou sobre a região Centro-Oeste, Flávio quis saber por que Lula trata tão mal o agronegócio. O presidente respondeu que nenhum governo liberou tantos recursos para o agro.
A troca de farpas foi constante desde o primeiro minuto, com Lula acusando Flávio de não conhecer o Brasil e de ter feito com aqueles alunos que estudam para decorar a matéria e não para aprender.
Foram somente dois encontros entre Flávio Bolsonaro e Lula, mas bem diferentes um do outro. O debate da Band foi um show de horrores e acusações e não caiu bem para os dois lados. A repercussão fez com que as campanhas sentassem e conversassem sobre suas estratégias.
O resultado é um debate na Globo mais engessado e preso a temas pré-determinados, com candidatos medindo mais suas palavras e movimentos no estúdio.
O debate da Globo, último desse segundo turno, foi marcado pelo marasmo. As acusações foram mais brandas, mas o que mudou mesmo foi a postura. Lula teve um comportamento muito parecido com o do debate anterior. Atrapalhado com o tempo, o candidato à reeleição tentou desqualificar o oponente dizendo que Flávio não conhece os problemas do Brasil. Sem ser provocado ou acusado, Lula foi pouco combatente.
A diferença mesmo foi de Flávio Bolsonaro, que apresentou uma nova versão, mais ponderada e que até pediu desculpas a Lula por chamá-lo de “nove dedos”. Flávio também admitiu que errou ao votar contra o aumento do tempo de licença-maternidade quando era deputado no Rio de Janeiro. A versão paz e amor do candidato do PL estava mais calma, mas sem deixar de bater no que apontou como problemas do governo petista.
Graças às regras, o debate da TV Globo obrigou os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) a versarem sobre propostas e os constrangeram a fazer ataques e se reduzirem à linguagem de 5ª série.
O show de horrores visto no evento da Band, no domingo (18), foi, senão evitado, diminuído em muito. Houve propostas desta vez.
Na apresentação do mediador, o jornalista César Tralli, Flávio foi mais “imagético”, postando-se sorrindo tão logo seu nome foi anunciado. Lula estava de cabeça baixa. Em um debate televisivo, tudo importa – principalmente a imagem.
Ao contrário do debate da Band, Flávio usou gravata, o que demonstra solenidade – ou liturgia do cargo, como diria o ex-presidente José Sarney. Lula optou por não vestir o acessório, a fim de passar uma imagem próxima do “cidadão comum”.
Mas voltemos ao formato: as regras da Globo impediram que o adversário aparecesse atrás do rival no momento de fala do segundo. Foi fundamental. Não só porque isso tira a concentração de quem está falando.
A tática usada por Flávio no debate da Band prejudicou, principalmente quem assistia, Sua Excelência O Eleitor, quem realmente deveria ser o foco de quem almeja governar o Brasil.
Lula estava mais focado do que no debate anterior, mas a idade pesou e houve problemas de dicção. Flávio esteve mais imagético e preocupado com sua postura.
Lamentável que meio ambiente e sustentabilidade tenham aparecido pouco quando a Região Norte foi a sorteada. O território da Floresta Amazônica, o maior bioma do mundo. Flávio ignorou. Lula puxou o assunto tardiamente. O formato e as regras da Globo salvaram o debate e, os brasileiros, da repetição do circo de horrores de uma semana atrás.
O debate, ao fim, não converteu votos. Começou com melhor nível, com alguma proposição de ideias, uma vez que os candidatos estavam constrangidos pelas regras. Houve pouca profundidade na parte das regiões.
Lula jogou melhor do que no duelo anterior, apostou mais no futuro do que no passado. Flávio puxou para a área da segurança em muitos momentos, sua área de conforto. Não houve vencedor. O último bloco mostrou a cara da política brasileira: sem compostura, sem sensatez. Baixo nível que, felizmente, pelas regras, ficou mais enfatizado no último bloco.
Debate melhor do que o anterior, mas pior do que merece a sociedade brasileira.
Os candidatos a Presidente da República, Flávio Bolsonaro e Lula da Silva, no debate da TV Globo, o último das eleições de 2026 DE RELANCE
Os brasileiros voltam às urnas neste domingo para escolher entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quem governará o país pelos próximos quatro anos.
Uma escolha entre dois candidatos que, nas últimas semanas, travaram nas redes sociais, nos programas eleitorais, nos debates e nos palanques uma disputa de visões antagônicas sobre Brasil e, sobretudo, uma campanha de desconstrução do adversário.
Munição não falta. Ao longo do ano, proliferaram denúncias variadas envolvendo os dois campos em disputa. Flávio é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo financiamento de filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro
Já Lula é acossado pelos opositores porque o filho mais velho dele, Fábio Luís Lula da Silva (o Lulinha), é investigado em três inquéritos no Supremo por, supostamente, traficar influência para lobistas interessados em firmar contratos com o governo federal.
Lula, 80 anos, tenta pela quarta vez comandar os destinos do país – as outras eleições dele foram em 2002, 2006 e 2022. É uma história ligada umbilicalmente ao Partido dos Trabalhadores, do qual foi um dos fundadores, na década de 1980.
Nordestino que migrou para São Paulo, metalúrgico, ele se notabilizou por liderar greves operárias no final dos anos 1970, ainda durante o regime militar. Chegou a ser preso na época. Foi deputado federal e sofreu três derrotas na disputa para a Presidência da República (em 1989, 1994, 1998) antes de chegar ao cargo pela primeira vez, em 2002.
Lula busca se reeleger após uma desgastante campanha contra os maiores adversários que a esquerda já teve em tempos democráticos no Brasil: a família Bolsonaro, herdeiros da maioria dos votos da direita.
Flávio, 45 anos, é senador e carrega um sobrenome que se confunde com a trajetória ascendente do conservadorismo brasileiro – ou extrema direita, como preferem designar seus adversários. Tenta se eleger ao cargo mais disputado do país embalado no slogan Deus, Pátria e Família que caracterizou o governo do seu pai, Jair Bolsonaro, eleito presidente da República em 2018.
Caso vença, Flávio tende a governar com mais tranquilidade do que Lula. O campo de direita terá presença maior na Câmara dos Deputados (121 parlamentares do PL) e no Senado (28 do partido do filho de Jair Bolsonaro). Contará também com apoio de pelo menos 12 governadores eleitos no primeiro turno, número que pode chegar a 20.
Uma vitória ainda abrirá possibilidade para que o bolsonarismo indique ministros no STF mais simpáticos a sua linha ideológica. O certo é que, se alinhar o discurso à prática, Flávio vai tentar guinar o Brasil numa direção mais conservadora, mais capitalista, com menos ingerência do Estado.
Em declarações nesta semana, o cientista social Clifford Young, um veterano das pesquisas eleitorais e um dos coordenadores do instituto Ipsos, ressaltou que o mundo vive uma onda de pessimismo estrutural, em que o eleitor desacredita no sistema, como se o contrato social estivesse quebrado.
“É um movimento antigovernante, tendo crime e corrupção como temas principais. E o Brasil está incluído nessa tendência”, analisa ele.
O especialista faz uma ressalva: o governante tem o poder dos decretos e nomeações, o que costuma ajudar na hora da eleição. Lula, por exemplo, efetivou medidas populares, como o reajuste do Bolsa Família e a antecipação do pagamento do benefício, a ampliação da faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais, a reformulação do programa de renegociação de dívidas (Desenrola) e o início dos trâmites para a distribuição de canetas emagrecedoras pelo SUS.
Tudo isso se soma ao despertar dos apoiadores do presidente, que após anos de inércia e do susto com a vitória de Flávio no primeiro turno, tomaram as ruas das principais metrópoles brasileiras às vésperas desse desfecho do pleito presidencial.
Os bolsonaristas também fizeram manifestações, mas os especialistas acreditam que o candidato da direita é beneficiado pelo voto silencioso (também chamado voto envergonhado): eleitores pouco estridentes, mas que escondem sua preferência e agem apenas nas urnas.
As principais enquetes pré-eleitorais mostram agora que os dois candidatos chegam virtualmente empatados ao dia decisivo do pleito, o que reforça a pancadaria verbal mútua nas redes e nos debates televisivos.
No domingo passado, na Band, Flávio se postou atrás de Lula, fazendo caretas a cada manifestação do adversário. O presidente, por sua vez, tripudiou ao dizer que gostaria de contar com o voto de todos os presidiários – inclusive com o do pai de Flávio, que está preso.
Lula se propôs a abrir os sigilos bancários, telefônicos e fiscais dele e da sua família e desafiou Flávio a fazer o mesmo. Em resposta, o candidato de oposição afirmou que toparia, desde que o atual presidente abrisse os sigilos de seus familiares, integrantes do gabinete, dos gastos no cartão corporativo e dos registros de visitas ao Planalto. Lula aceitou e retrucou com outra exigência: a quebra do sigilo da Alcazar Holdings, empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio e investigado pela PF no caso de descontos indevidos no INSS.
Tudo isso virou meme na última semana de campanha.
A situação faz o filósofo e cientista político do Insper Fernando Schüler definir esta como a eleição presidencial mais acirrada que testemunhou:
– As campanhas pautaram as redes sociais de uma forma tóxica, com extremos de polarização afetiva. Os cortes nos vídeos são feitos para aumentar a rejeição do adversário, não para propor soluções para problemas que afetam o país. É o pleito da incomunicabilidade.
Outro cientista político diz que esta é a eleição dos vazamentos seletivos, com muito pouco espaço para ideias. O voto pode ser decidido por percepções subjetivas de quem é mais culpado de acusações sem prova e sem investigação concluída.
Gaudêncio Torquato, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP), escritor, jornalista e consultor político, diz que a política parece ter trocado a mesa de trabalho pelo picadeiro. Em lugar de projetos, exibe provocações. Em lugar de argumentos, distribui apelidos. Os protagonistas disputam o aplauso de suas plateias, enquanto as ideias ficam guardadas num baú esquecido. O adversário deve sair ferido. O cidadão sai sem resposta.
Quem chega à véspera do segundo turno sem estar exausto provavelmente saiu dos grupos de WhatsApp, silenciou as redes e escapou de eventos corporativos, sociais e familiares.
Não é o caso deste Repórter PH. Pela natureza do meu trabalho, acompanho notícias, manifestações e repercussões diversas, deliberadamente também as de quem pensa diferente de mim, numa tentativa de não viver em bolhas.
Vi milhões de pessoas movidas por mentiras e distorções, repetindo versões convenientes dos fatos sem qualquer compromisso com as consequências, por idolatria, pela necessidade de pertencimento ou simplesmente pela vontade de vencer a qualquer custo. Entre elas, pessoas que respeito e admiro.
Vi gente manipular sem pudor quando lhe convém e chamar de crime a mesma prática quando vem do outro lado. Desconfio de quem precisa de lealdade incondicional para vencer.
Apesar do trabalho ininterrupto da imprensa, chegamos ao fim de mais de dois meses de campanha sabendo muito pouco sobre como os candidatos pretendem fazer o país e a população prosperar, com que recursos e em que prazo. Nós, sociedade, escolhemos discutir com fervor vídeos, acusações e a capacidade de engajamento, em vez de enfrentar nossos desafios inadiáveis.
Talvez isso ajude a explicar o esgotamento coletivo que sentimos. Vivemos um fluxo permanente de mobilização, indignação e confronto. Pareceu mais importante vencer uma disputa de versões do que compreender a realidade ou debater soluções.
Mais do que nunca, o jornalismo precisa combater a lógica das plataformas, não para competir em velocidade ou engajamento, mas para entregar o que elas raramente oferecem: contexto, verificação, nuance e responsabilidade.
Neste domingo, chega o momento da decisão. É nesse breve encontro entre consciência e voto que a democracia revela sua força. É então que teremos de responder não ao grupo a que pertencemos, mas à própria convicção sobre o futuro que queremos ajudar a construir.
Depois de semanas cercados por multidões e por tanto ruído, enfim estaremos a sós: cada um de nós e a urna.
A delegação da ZPE Maranhão com a bandeira do estado na Canton Fair, em Guangzhou. Da esquerda para a direita: Roniele Aquino, Rakel Murad, Liana Baker e Larissa Sabadini Missão Maranhense na China
A ZPE Maranhão, empresa do Governo do Maranhão que administra a Zona de Processamento de Exportação de Bacabeira, foi a Shenzhen, no sul da China, conhecer de perto a cidade onde nasceu o modelo que inspirou as zonas de processamento de exportação do Brasil.
A delegação, chefiada pela presidente da ZPE Maranhão, Rakel Murad, visitou o porto inteligente de Mawan para conhecer as boas práticas e os procedimentos de quem opera e administra essas zonas há décadas e para conversar com investidores.
Shenzhen foi uma das primeiras zonas econômicas especiais criadas pela China, em 1980: áreas com incentivos fiscais para quem quisesse industrializar, processar e exportar.
O então presidente José Sarney conheceu o modelo ainda nos anos 1980 e o trouxe para o Brasil, que criou suas zonas de processamento de exportação em 1988.
Na mesma missão, a ZPE percorreu a Feira de Importação e Exportação da China, a Canton Fair, em Guangzhou, reuniu-se com uma plataforma oficial chinesa de apoio ao investimento no exterior e visitou portos, zonas francas e fábricas na província de Guangdong.
Encontro dos amigos oftalmologistas em São Paulo, Dr. Mauro Oliveira e Cláudio Lottemberg. Cláudio, que é presidente do Conselho Administrativo do Albert Einstein, é cotado para ser o novo ministro da saúde em caso de vitória de Flávio Bolsonaro Zeca Baleiro e “Piano & Voz”
Entre a delicadeza do piano, a força das palavras e a liberdade de transitar por diferentes sonoridades, o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro revisita sua trajetória musical em um espetáculo que privilegia a escuta e a proximidade com o público.
Aos 60 anos, o cantor e compositor maranhense começa por Salvador, a turnê nacional do seu novo show, “Piano & Voz”, ao lado do pianista Adriano Magoo. Os dois apresentam sucessos da carreira de Baleiro, releituras de compositores que fazem parte de seu repertório afetivo e canções do álbum Piano, lançado em 2025.
Na apresentação, Magoo se reveza entre piano, acordeon, sintetizadores e samplers, explorando diferentes texturas sonoras para acompanhar a voz de Baleiro.
Entre as músicas estão “Telegrama”, “Bandeira” e “Babylon”, além de obras de Belchior, Gilberto Gil, Fausto Nilo e Sérgio Sampaio.
No ano em que o Sesc celebra 80 anos de história no Brasil e comemora 23 anos de atuação contínua no Maranhão, o programa Sesc Mesa Brasil alcançou um importante marco em sua trajetória de transformação social no estado.
O Sistema Fecomércio, Sesc e Senac, que tem à frente o empresário Maurício Feijó, entregou oficialmente o novo Espaço Sesc Mesa Brasil Calhau, uma estrutura pensada para funcionar como base operacional e ponto estratégico de estocagem e logística.
A nova unidade representa a evolução do modelo tradicional de Colheita Urbana para uma estrutura física com capacidade para armazenar doações de alimentos secos e organizar fluxos com mais rapidez.
Com a integração das novas entidades, o Sesc Mesa Brasil atinge a marca de 123 instituições sociais assistidas no Maranhão, sendo 100 delas localizadas na Ilha de São Luís.
Os jovens maranhenses Raphael Ferraz, Lucas Ferraz e Baltazar Garcia Ferraz na torcida do Flamengo no jogo em que o rubro-negro enfrentou o Estudientes, e perdeu a partida nos pênaltis em pleno Maracanã Para escrever na pedra
“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras." (Friedrich Nietzsche)
Reggae: A 3ª edição do Reggae Night Brasilis vai movimentar a Jamaica Brasileira no dia 30 de outubro, na Área de Vivência do Sesc Deodoro e no Cinema Sesc (Centro de São Luís).
No assunto: A programação vasta inclui Feira Afro Ludovicense, discotecagem, roda de conversa, intervenção com trancistas, apresentação do grupo Dança Black Woman, Noite do Vinil e muito mais.
Em tempo: A Noite do Vinil começará às 19h, com discotegam do DJ Jorge Black, DJ Helena Melo, DJ Marcos Vinícius, Asa Branca Vinil e no embalo da Radiola Roots FM.
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