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Justiça de SP veta prisão de secretário de mobilidade e presidente da SPTrans

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 25 de outubro de 2026 às 22:23
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Justiça de SP veta prisão de secretário de mobilidade e presidente da SPTrans
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A Justiça Eleitoral de São Paulo rejeitou o pedido de prisão em flagrante apresentado pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) contra o secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, e o diretor-presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges.

Ação alegava descumprimento de determinação judicial e operação com apenas 60% da frota de ônibus na capital durante o domingo (25) de votação do segundo turno presidencial. O juiz eleitoral Tiago Ducatti Lino Machado avaliou que não havia elementos concretos suficientes para justificar a medida de prisão em flagrante.

Em resposta aos questionamentos, a SPTrans afirmou ter sido notificada na véspera com menos de 12 horas de antecedência para mobilizar 100% da frota, o que gerou entraves logísticos e de escalas junto às empresas operadoras. Pouco antes das 17h, o ministro Cristiano Zanin, do STF, autorizou a extensão do horário de votação até as 19h em âmbito nacional em decorrência dos impactos no transporte.

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu à Justiça Eleitoral neste domingo a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte de São Paulo, Celso Jorge Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges, por suposto descumprimento de ordem judicial que determinou a circulação de toda a frota operacional de ônibus da capital, com frequência de dias úteis, durante o segundo turno das eleições presidenciais.

Na petição apresentada à 1ª Zona Eleitoral, a Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) acusa os gestores de manter veículos nas garagens, prejudicando o deslocamento de eleitores. O pedido também solicita que a Polícia Federal seja acionada para efetuar as prisões.

Segundo dados citados pela campanha na ação, às 13h20 deste domingo, dos 13.790 ônibus da frota municipal, apenas 9.892 estavam em circulação, enquanto 3.898 permaneciam nas garagens, cerca de 28% do total. Os números foram divulgados pelo portal Metrópoles, com base em informações do aplicativo de monitoramento Infobus.

#Política#Polícia#Justiça
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