irmã denuncia ameaça de morte e intolerância religiosa na prisão — Deolane
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

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Consulte formatos e valores disponíveisReprodução A coluna Fábia Oliveira teve acesso a um termo de declarações registrado na Polícia Civil de São Paulo no qual Daniele Bezerra , irmã e advogada de Deolane Bezerra , relata supostas irregularidades envolvendo agentes penitenciárias da unidade em que a influenciadora está presa.
No documento, registrado em 16 de outubro, Daniele afirma que a irmã teria sido ameaçada de morte por uma agente e relata um episódio de suposta intolerância religiosa praticado por outra funcionária.
Deolane está presa desde 21 de maio, sob suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e de integrar organização criminosa. Ela está custodiada na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, e nega as acusações por meio de sua defesa.
Segundo o termo, Daniele contou à polícia que foi até o parlatório para atender a irmã e a encontrou chorando. Na ocasião, Deolane teria relatado ter sido ameaçada de morte por uma agente identificada como Juliana.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles A advogada afirmou ainda que solicitou à diretora de disciplina da unidade, identificada como Samira, os dados de identificação da funcionária, mas o pedido teria sido negado.
Depois, tentou obter as informações com um homem chamado Eduardo, que a orientou a fazer a solicitação por e-mail. De acordo com o relato, até a data do registro, os dados não haviam sido fornecidos.
Daniele também declarou que a equipe jurídica de Deolane apresentou uma petição ao juiz corregedor para pedir providências sobre o caso.
Outro ponto mencionado no documento envolve uma agente identificada como Catarina. A irmã da influenciadora afirma que a funcionária teria praticado intolerância religiosa contra Deolane e que, mesmo após solicitação, os dados de identificação dela também não foram disponibilizados.
Ainda conforme o termo, Juliana teria dito que Deolane deveria ser encaminhada à população carcerária comum, o que, na avaliação relatada por Daniele, desrespeitaria as prerrogativas profissionais da advogada.
As informações descritas no documento correspondem às declarações prestadas por Daniele à Polícia Civil. O termo, por si só, não comprova as acusações atribuídas às agentes penitenciárias.
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