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Região: Corinthians paga parte de dívida com a União; veja valores

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 21 de outubro de 2026 às 21:35
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Região: Corinthians paga parte de dívida com a União; veja valores
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Favorite o Lance! no Google Osmar Stabile, presidente do Corinthians, durante treino no CT O Corinthians quitou parte dos valores em atraso referentes ao acordo firmado com a União, por meio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A informação foi divulgada pelo Ge e confirmada pelo Lance! .

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Os débitos estão relacionados à parte previdenciária do acordo com a PGFN. O clube, no entanto, ainda acumula uma dívida superior a R$ 19 milhões, referente às parcelas em atraso desde junho.

O débito faz parte da negociação firmada pelo Corinthians com a Fazenda Nacional para regularizar as pendências acumuladas ao longo das últimas duas décadas.

O acordo firmado em fevereiro reúne pendências de diferentes categorias, sendo aproximadamente R$ 1 bilhão em tributos não previdenciários, cerca de R$ 200 milhões em débitos relacionados à Previdência Social e outros R$ 15 milhões vinculados ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A proposta foi apresentada em 2024 e, após um período de "negociações intensas", como definiu a PGFN, as partes chegaram a um entendimento que engloba todo o passivo do clube com a União.

Pelo acordo, o Corinthians desembolsará R$ 679 milhões em recursos próprios após obter redução de 46,6% sobre encargos, multas e juros, percentual inferior ao limite máximo previsto na legislação. O pagamento será feito de forma parcelada, com prazo maior para as obrigações não previdenciárias e menor para as previdenciárias, estabelecendo cronogramas específicos para a quitação dos compromissos tributários.

Para as pendências relacionadas ao FGTS, o Corinthians aderiu ao modelo disponibilizado pela Caixa Econômica Federal, que prevê redução superior a 30% do valor devido e parcelamento em até 60 vezes. Já no caso das contribuições sociais previstas na Lei Complementar nº 110, de 2001, ficou definido o pagamento integral em parcela única, com abatimento de 70% sobre os encargos.

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