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governo prepara regras para enviar ao Congresso — Imposto do pecado

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 28 de outubro de 2026 às 14:30
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governo prepara regras para enviar ao Congresso — Imposto do pecado
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Imposto do pecado: governo prepara regras para enviar ao Congresso Criado pela reforma tributária, o imposto do pecado começa em 2027 sobre bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes e outras bebidas açucaradas, entre outros Imposto do pecado: taxação deve começar em 2027 (Freepik)

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + O governo federal prepara uma proposta para definir as alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido como "imposto do pecado", cuja cobrança está prevista para começar em 2027. O tributo incidirá sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes, determinados veículos e apostas. A criação do imposto faz parte da reforma tributária, e o Orçamento de 2027 prevê uma arrecadação de R$ 41,9 bilhões com a cobrança.

O governo federal prepara uma nova etapa da reforma tributária sobre o consumo: a definição das alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido popularmente como “ imposto do pecado ”. O tributo foi criado para desestimular o consumo de produtos e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente e tem previsão de entrar em vigor em 2027.

Na terça-feira, 27, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo deve encaminhar ao Congresso Nacional, em breve, a proposta com as regras de cobrança. A medida é necessária para definir os percentuais aplicáveis aos produtos e serviços alcançados pelo novo tributo.

A legislação que instituiu o Imposto Seletivo já foi aprovada. A definição das alíquotas, porém, ainda depende de uma nova etapa normativa. O governo trabalha com uma medida provisória para tratar do tema após o segundo turno das eleições.

A previsão é que o tributo alcance bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes e outras bebidas açucaradas, determinados veículos, bens minerais extraídos e atividades de apostas e loterias. A incidência varia conforme as regras aplicáveis a cada categoria.

O Orçamento federal de 2027 prevê uma arrecadação de R$ 41,9 bilhões com o Imposto Seletivo. A estimativa consta da proposta orçamentária encaminhada ao Congresso, mas não representa uma receita já realizada.

O Imposto Seletivo foi concebido para aumentar a tributação sobre produtos e atividades associados a danos à saúde ou ao meio ambiente. A ideia é utilizar o preço como um dos instrumentos para desestimular determinados hábitos de consumo e atividades econômicas.

O raciocínio é que, quando um produto prejudicial fica mais caro, parte dos consumidores pode reduzir a compra ou procurar alternativas. No caso de produtos poluentes, a tributação também pode funcionar como incentivo à adoção de tecnologias menos nocivas ao ambiente.

A lógica é diferente da de impostos criados principalmente para financiar as despesas públicas. No caso do Imposto Seletivo, a política tributária pretende desestimular atividades consideradas prejudiciais, embora a cobrança também gere receitas para a União.

A efetividade dessa estratégia depende de fatores como o tamanho da alíquota, a sensibilidade dos consumidores aos preços, a disponibilidade de alternativas e a capacidade de fiscalização do mercado.

A criação do Imposto Seletivo faz parte da reforma tributária sobre o consumo, aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada em 20 de dezembro de 2023, por meio da Emenda Constitucional nº 132.

A emenda alterou o sistema tributário brasileiro e estabeleceu as bases para a criação de novos tributos sobre o consumo. Entre eles estão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

A regulamentação inicial veio com a Lei Complementar nº 214, sancionada em 16 de janeiro de 2025. A norma instituiu formalmente os novos tributos e definiu regras para a incidência do Imposto Seletivo.

O novo sistema está sendo implementado de forma gradual. Enquanto 2026 é um ano de testes para o IBS e a CBS, a cobrança do Imposto Seletivo está prevista para começar em 2027.

A transição faz parte de uma mudança mais ampla na tributação brasileira, que busca simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo e substituir gradualmente tributos existentes por um modelo com regras unificadas.

O Imposto Seletivo foi instituído pela reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada por meio da Emenda Constitucional nº 132, em dezembro de 2023.

A reforma resultou de uma discussão legislativa que se estendeu por décadas e reuniu propostas para simplificar a tributação sobre o consumo no Brasil. O texto aprovado estabeleceu as bases constitucionais para o novo modelo.

O governo federal participou da regulamentação do sistema. Em 2024, o Executivo encaminhou ao Congresso o projeto de lei complementar que detalhava as regras da reforma tributária.

Após a tramitação na Câmara e no Senado, parte das regras foi sancionada em janeiro de 2025, dando origem à Lei Complementar nº 214.

O tributo nasceu de uma mudança constitucional aprovada pelo Legislativo, com participação do Executivo na formulação e na regulamentação da reforma.

A definição das alíquotas do Imposto Seletivo é uma etapa posterior, necessária para determinar quanto será cobrado sobre cada produto ou atividade abrangida pela legislação.

O imposto do pecado é o nome popular do Imposto Seletivo (IS), criado pela reforma tributária brasileira para aumentar a tributação sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Seu objetivo é desestimular determinados hábitos de consumo e atividades econômicas por meio da cobrança de impostos.

A cobrança do Imposto Seletivo está prevista para começar em 2027. A legislação que criou o tributo já foi aprovada, mas o governo federal ainda precisa definir as alíquotas que serão aplicadas aos produtos e serviços abrangidos. A proposta deverá ser encaminhada ao Congresso Nacional.

O Imposto Seletivo deverá incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes e outras bebidas açucaradas, determinados veículos, bens minerais extraídos e atividades de apostas e loterias. As regras de cobrança e as alíquotas variam conforme a categoria de produto ou atividade.

As alíquotas do Imposto Seletivo ainda não foram definidas. O governo federal prepara uma proposta para estabelecer os percentuais de cobrança, que dependerão das regras aplicáveis a cada categoria. O Orçamento federal de 2027 prevê arrecadação de R$ 41,9 bilhões com o tributo, mas esse valor é uma estimativa de receita, não uma alíquota.

O Imposto Seletivo foi criado para desestimular o consumo de produtos e a realização de atividades que possam causar danos à saúde ou ao meio ambiente. A tributação busca influenciar decisões econômicas por meio dos preços, além de gerar arrecadação para a União. Essa característica é conhecida como função extrafiscal do tributo.

O Imposto Seletivo foi instituído pela Emenda Constitucional nº 132, promulgada em 20 de dezembro de 2023, após aprovação da reforma tributária pelo Congresso Nacional. Sua regulamentação inicial ocorreu com a Lei Complementar nº 214, sancionada em janeiro de 2025. A criação do tributo resultou de um processo legislativo com participação do Congresso e do governo federal.

O Imposto Seletivo foi concebido para elevar a tributação de determinados produtos e atividades, o que pode resultar em preços mais altos para os consumidores. O impacto efetivo dependerá das alíquotas estabelecidas, das regras de cobrança e de quanto do imposto será repassado aos preços finais.

O Imposto Seletivo tem como finalidade desestimular o consumo de produtos e atividades prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) integram o novo modelo geral de tributação sobre o consumo. Enquanto IBS e CBS passam por uma fase de testes em 2026, a cobrança do Imposto Seletivo está prevista para 2027.

Federação ficou a 185 votos de atingir o percentual mínimo exigido no Espírito Santo; no país, obteve 4,89% dos votos válidos para deputado federal

#Belém#Política#Governo#Economia
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