governo local de Bariri demite servidoras de creche suspeitas de agredir criança de 2 anos
A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (19).
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FY%2Fi%2F5AfUS6SUOWaCivIxWwHA%2Fcrece.jpg&w=3840&q=75)
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisConforme acompanhado na região, prefeitura de Bariri demite servidoras por agressão a criança de 2 anos em creche A Prefeitura de Bariri (SP) demitiu duas funcionárias da Creche Municipal Professora Nelly Chidid após concluir a sindicância interna que apurou a conduta de servidoras suspeitas de agredir uma criança de 2 anos.
O caso chamou atenção recentemente. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (19). O caso veio à tona no final de abril, quando a administração municipal afastou preventivamente três servidoras para apurar a denúncia. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Funcionárias da creche Professora Nelly Chidid, em Bariri (SP), foram afastadas Facebook/Reprodução Segundo a investigação da comissão disciplinar, as agressões foram praticadas por uma auxiliar de desenvolvimento infantil e por uma cuidadora, que acabaram demitidas por justa causa. Já a terceira servidora investigada, também auxiliar de desenvolvimento infantil, foi considerada omissa por deixar de agir para evitar a violência. Por conta disso, ela recebeu como punição uma suspensão de 30 dias. Relembre o caso Funcionárias de creche em Bariri são afastadas por suspeita de agressão a criança As três servidoras chegaram a ser presas temporariamente durante uma ação conjunta realizada pela Polícia Militar e pelo Ministério Público (MP). Nos mandados expedidos contra o trio, o MP alegou que as mulheres praticaram reiteradas agressões físicas e psicológicas contra a criança no exercício de suas funções, consistentes em tapas, empurrões, puxões, imobilizações e contenções físicas abusivas. Ainda segundo a denúncia do Ministério Público, as suspeitas também estimulavam outras crianças a agredirem a vítima, o que causou lesões corporais e intenso sofrimento psicológico, caracterizando o crime de tortura-castigo. Na ocasião, o órgão apontou que as prisões eram imprescindíveis para o andamento das investigações. O g1 questionou a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) sobre a situação prisional atualizada das três mulheres, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Prefeitura inicia cadastro de terreiros de umbanda e candomblé em Timon
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Moro comunica Pricilla Santana como secretária da Fazenda do Paraná
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Entenda: Decreto impõe prazo de duas horas contra deepfakes íntimos
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.



