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governo local de Bariri demite servidoras de creche suspeitas de agredir criança de 2 anos

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (19).

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 17:25
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governo local de Bariri demite servidoras de creche suspeitas de agredir criança de 2 anos
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Conforme acompanhado na região, prefeitura de Bariri demite servidoras por agressão a criança de 2 anos em creche A Prefeitura de Bariri (SP) demitiu duas funcionárias da Creche Municipal Professora Nelly Chidid após concluir a sindicância interna que apurou a conduta de servidoras suspeitas de agredir uma criança de 2 anos.

O caso chamou atenção recentemente. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (19). O caso veio à tona no final de abril, quando a administração municipal afastou preventivamente três servidoras para apurar a denúncia. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Funcionárias da creche Professora Nelly Chidid, em Bariri (SP), foram afastadas Facebook/Reprodução Segundo a investigação da comissão disciplinar, as agressões foram praticadas por uma auxiliar de desenvolvimento infantil e por uma cuidadora, que acabaram demitidas por justa causa. Já a terceira servidora investigada, também auxiliar de desenvolvimento infantil, foi considerada omissa por deixar de agir para evitar a violência. Por conta disso, ela recebeu como punição uma suspensão de 30 dias. Relembre o caso Funcionárias de creche em Bariri são afastadas por suspeita de agressão a criança As três servidoras chegaram a ser presas temporariamente durante uma ação conjunta realizada pela Polícia Militar e pelo Ministério Público (MP). Nos mandados expedidos contra o trio, o MP alegou que as mulheres praticaram reiteradas agressões físicas e psicológicas contra a criança no exercício de suas funções, consistentes em tapas, empurrões, puxões, imobilizações e contenções físicas abusivas. Ainda segundo a denúncia do Ministério Público, as suspeitas também estimulavam outras crianças a agredirem a vítima, o que causou lesões corporais e intenso sofrimento psicológico, caracterizando o crime de tortura-castigo. Na ocasião, o órgão apontou que as prisões eram imprescindíveis para o andamento das investigações. O g1 questionou a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) sobre a situação prisional atualizada das três mulheres, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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